Meninas e meninos: brincar e suas relações de gênero

Autores

Palavras-chave:

Educação, Criança, Gênero

Resumo

Esse trabalho surgiu como reflexão, após um estudo sobre a origem das brincadeiras em associação a questão de gênero. Fundamentados pelos estudos de Araújo (2018) “Os brinquedos não descrevem masculinidades ou feminilidades, eles produzem-nas, nada é natural, trata-se de um projeto social contra as dissidências da heteronormatividade, marcado por “protocolos invisíveis”, as crianças não atribuem significados aos brinquedos elas só querem se divertir, são os adultos que incorporam essa separação associando ao mundo feminino e masculino. Sarmento (2004) ressalta que as crianças são seres sociais que estão em constante contato com seus pares – sua família, a escola, a comunidade, entre outros. Concluímos que a criança deve viver sua infância sem a interrupção dos adultos em sua forma de se divertir, seus direitos devem ser assegurados. Os brinquedos jamais devem ser produzidos com intuitos de separar e definir.

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Biografia do Autor

Pedro Ivo Rodrigues da Silva, Universidade Estadual Vale do Acaraú

Graduando em Pedagogia na Universidade Estadual Vale do Acaraú da cidade de Sobral-ce, participei como monitor da Disciplina História Social da Infância contribuindo como um elo de ligação entre os estudantes e a professora. Sou técnico em Informática, trabalhando pouco mais de um ano em um provedor de internet onde desenvolvi suporte para clientes, já dei aulas de reforço para quatro crianças no período de dois meses e atualmente estou trabalhando no hospital Dom Walfrido.

Fabíola Alcântara Jorge, Universidade Vale do Acaraú

Graduanda em Pedagogia na Universidade Estadual Vale do Acaraú da cidade de Sobral-CE, participei como monitora da Disciplina História Social da Infância duas vezes consecutivas, contribuindo como um elo de ligação entre os estudantes e a professora.

Francisca Micaely do Nascimento Ferreira, Universidade Estadual Vale do Acaraú

Graduanda do Curso de Pedagogia, na Universidade Estadual Vale do Acaraú. Fui monitora da Disciplina História social da Criança, Bolsista de iniciação Cientifica, pela Funcap, durante o período de 2019 a 2020, com o projeto de pesquisa intitulado: “Narrativas (auto) biográficas das crianças, professores e agentes educativos em espaços escolares e não escolares, sobre ser criança, viver a infância, escola e processo ensino-aprendizagem”

Referências

ARAUJO, Rubenilson Pereira de. Brincadeiras De Masculinidades, (Re) Configurações Familiares E Relacionamento Interrelacional Em Menino Brinca Com Menina?, De Regina Drummond. Revista Humanidades e Inovação v.5, n. 3 – 2018

SILVA, Isabel Lima; SANTOS, Viviane Brás dos. Estereótipos Culturais De Gênero No Cenário Escolar. XV ENECULT: Encontros de estudos multidisciplinares em cultura. Salvador. 2019. p. 1-10.

SCHNEIDER, Graziela. A revolução das mulheres [recurso eletrônico]: emancipação feminina na Rússia Soviética / organização Graziela Schneider; [tradução Cecília Rosas, [et al.]. São Paulo: Boitempo, 2017.

Publicado

2020-07-10

Como Citar

Silva, P. I. R. da, Jorge, F. A., & Ferreira, F. M. do N. (2020). Meninas e meninos: brincar e suas relações de gênero. Ensino Em Perspectivas, 1(2), 1–7. Recuperado de https://revistas.uece.br/index.php/ensinoemperspectivas/article/view/4535