APLICAÇÃO DO MODELO DE MUDANÇA CONCEITUAL COMO FORMA DE INTRODUZIR O CONTEÚDO DE PROBABILIDADE

Autores

  • João Pedro Mardegan Ribeiro Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.30938/bocehm.v8i22.3479

Palavras-chave:

Jogos; Mudança conceitual; Probabilidade.

Resumo

Ao longo do período histórico das práticas de ensino e aprendizado de matemática, muito se observa a presença de abordagens mais expositivas, favorecendo a uma relação passiva dos alunos frente aos conteúdos ministrados pelo professor, o que torna o ensino mais mecânico do que significativo, fazendo com que o conhecimento do senso comum presente em todos os alunos continue prevalecendo mesmo após a exposição pelo professor do conhecimento científico. Logo, ao principal objetivo deste trabalho coube estudar a viabilidade da introdução dos conteúdos inerentes à probabilidade usando o modelo de mudança conceitual. A metodologia da pesquisa consistiu em analisar o desempenho de quarenta alunos de uma turma de segundo ano do ensino médio de uma escola pública do interior do estado de São Paulo frente a uma sequência didática usando um jogo como forma de fazer com que os alunos trabalhassem como agentes ativos no aprendizado, assim como na sua própria mudança conceitual. Com isso, a principal finalidade do trabalho foi fazer uma análise das hipóteses dos alunos antes, durante e depois do jogo, averiguando se estes conseguiriam realizar uma mudança conceitual frente ao conteúdo. Os principais resultados demonstraram que o jogo foi uma ferramenta muito eficiente para conduzir os alunos a uma mudança conceitual, evidenciado pela percepção destes após a atividade. Assim, conclui-se que os jogos podem ser artefatos positivos para o trabalho com as concepções primárias dos alunos, atuando como ferramenta que melhora compreensão dos conceitos.

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Publicado

2020-12-27

Como Citar

RIBEIRO, J. P. M. APLICAÇÃO DO MODELO DE MUDANÇA CONCEITUAL COMO FORMA DE INTRODUZIR O CONTEÚDO DE PROBABILIDADE. Boletim Cearense de Educação e História da Matemática, [S. l.], v. 8, n. 22, p. 71–86, 2020. DOI: 10.30938/bocehm.v8i22.3479. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/BOCEHM/article/view/3479. Acesso em: 20 abr. 2021.