As boas novas do hip hop: a negritude encontrada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47149/pemo.v8.e15650

Palavras-chave:

Hip hop, Negritude, Resistência cultural, Colonialismo, Diáspora

Resumo

O movimento hip hop é uma das culturas mais acessadas por pessoas majoritariamente negras e periféricas e traz para essas pessoas uma possibilidade outra que não a subalternidade, a morte física e a existencial. Por ter essa essência emancipatória, enquanto movimento cultural, sofre constantemente ataques e perseguições orquestradas, a fim de deslegitimar o poder transformador que exerce na vida de jovens periféricos. Em diálogo com importantes autores como Aimé Césaire, Clóvis Moura e Aníbal Quijano, buscaremos neste trabalho analisar o hip hop como um movimento cultural historicamente diaspórico, que atua positivando existências negras e periféricas a partir da negritude como valor.

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Biografia do Autor

Veluma Martins da Encarnação, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestre em Psicologia Social pelo Programa de Pós-Graduação de Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/Faperj).

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Publicado

01-01-2026

Como Citar

ENCARNAÇÃO, V. M. da. As boas novas do hip hop: a negritude encontrada. Práticas Educativas, Memórias e Oralidades - Rev. Pemo, [S. l.], v. 8, p. e15650, 2026. DOI: 10.47149/pemo.v8.e15650. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/revpemo/article/view/15650. Acesso em: 7 jan. 2026.

Edição

Seção

Dossiê: Culturas e diversidades na dinâmica das relações étnoco-raciais