Capoeira Angola at Grupo Iuna: African Ancestral Knowledge and Counter-Colonial Relations

Authors

DOI:

https://doi.org/10.47149/pemo.v8.e16054

Keywords:

Ancestrality, Capoeira, Colonialism, Body, Quilombos (Maroons)

Abstract

In this article, we discuss African ancestral knowledge and counter-colonial forms of relationship based on the experience of the Grupo Iuna de Capoeira Angola. We start from the idea that this school preserves African ancestry in the research and teaching of Capoeira Angola. In dialogue with contemporary Latin American philosophy, we address the meanings and dynamics of Grupo Iuna, Capoeira Angola as African ancestral knowledge, the impacts of epistemicide on its understanding, the notion of the body as territory, and Capoeira as a force for quilombagem. We draw an analogy between the attack-defense dynamics inherent to the African fighting technique and the listen-speak relationship. This is a narrative writing supported by research that occurs through bodily movement and the exercise of orality. The central question guiding this work is: how does the African ancestral knowledge cultivated at Iuna teach co-living, promoting a counter-colonial way of being?

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Author Biographies

Alice Pessanha Souza de Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutoranda em Filosofia pelo PPGF/IFCS-UFRJ, com mestrado em Educação pelo ProPEd-UERJ e graduação pela mesma universidade, dedica-se a pensar e pesquisar a relação entre a invenção, de sujeitos e modos de vida, e a filosofia a partir de uma perspectiva decolonial.

Edson Moreira, Universidade Federal de Minas Gerais

Com mais de 40 anos de atuação, iniciou-se na capoeira em 1975 e cofundou o Grupo Iuna em 1982. Mestre desde 1990, dedica-se ao ensino e à pesquisa da Capoeira como saber ancestral africano. Em 2022, foi reconhecido como Doutor em Ciência da Informação (Notório Saber) pela UFMG.

Ana Corina Salas Corrêa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Bacharel em Filosofia pela Universidad Central de Venezuela. Mestra e doutoranda em Educação pela UERJ Pesquisa Filosofia da Educação com foco em “escolas que não são escolas”, práticas educativas não coloniais. Aprendiz de Capoeira Angola no Grupo Iuna de Capoeira Angola.

Cassia Rita Farias, Grupo Iuna de Capoeira Angola

Técnica em Nutrição e Dietética, com formação em Contabilidade e Magistério. Coordena administrativamente o Grupo Iuna de Capoeira Angola desde 1998 e é presidente desde 2020. Atua na gestão financeira, no cuidado com as famílias e no acompanhamento das crianças.

References

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Published

2026-01-13

How to Cite

OLIVEIRA, A. P. S. de; MOREIRA, E.; CORRÊA, A. C. S.; FARIAS, C. R. Capoeira Angola at Grupo Iuna: African Ancestral Knowledge and Counter-Colonial Relations. Educational Practices, Memories and Oralities, [S. l.], v. 8, p. e16054, 2026. DOI: 10.47149/pemo.v8.e16054. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/revpemo/article/view/16054. Acesso em: 25 jan. 2026.

Issue

Section

Dossiê: Culturas e diversidades na dinâmica das relações étnoco-raciais