Rebeldia camponesa no Brasil: reforma agrária e agroecologia

Autores

  • Monica Dias Martins

DOI:

https://doi.org/10.33956/90qvhg93

Palavras-chave:

Reforma agrária, Agroecologia, Movimentos sociais, Resistência, Banco Mundial

Resumo

Os assentamentos
Santana (Ceará), Conquista na
Fronteira (Santa Catarina), Antonio
Conselheiro (Mato Grosso) e
as comunidades quilombolas
de Oriximiná (Pará) vêm se
constituindo, e sendo percebidos,
como referências de organização e
resistência à agricultura capitalista.
Fazendas degradadas e empresas
agropecuárias, sob o controle de um
único proprietário, hoje garantem
a sobrevivência de milhares de
pessoas. O artigo oferece pistas
metodológicas, resultados da ação
coletiva e lições da experiência.

Biografia do Autor

  • Monica Dias Martins

    Coordenadora do Observatório das
    Nacionalidades e editora de Tensões
    Mundiais, Professora da UECE.

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Publicado

10-04-2026

Como Citar

Rebeldia camponesa no Brasil: reforma agrária e agroecologia. Tensões Mundiais, [S. l.], v. 22, n. 48, p. 177–200, 2026. DOI: 10.33956/90qvhg93. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/16117. Acesso em: 12 abr. 2026.

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