Rebeldia camponesa no Brasil: reforma agrária e agroecologia
DOI:
https://doi.org/10.33956/90qvhg93Palavras-chave:
Reforma agrária, Agroecologia, Movimentos sociais, Resistência, Banco MundialResumo
Os assentamentos
Santana (Ceará), Conquista na
Fronteira (Santa Catarina), Antonio
Conselheiro (Mato Grosso) e
as comunidades quilombolas
de Oriximiná (Pará) vêm se
constituindo, e sendo percebidos,
como referências de organização e
resistência à agricultura capitalista.
Fazendas degradadas e empresas
agropecuárias, sob o controle de um
único proprietário, hoje garantem
a sobrevivência de milhares de
pessoas. O artigo oferece pistas
metodológicas, resultados da ação
coletiva e lições da experiência.
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