O território-corpo-terra-água e a ontologia política da vida
DOI:
https://doi.org/10.33956/habmcj48Palavras-chave:
Território-corpo-terra-água, ontologias e epistemologias originárias, ontologia política, crítica ecológica, mulheresResumo
O artigo tem por objetivo analisar o território-corpo-terra-água como uma unidade conceitual e práxis política para a defesa territorial e da vida. Para tanto, apresenta as matrizes ontológicas e epistêmicas que fundamentam essa unidade conceitual na denominação da terra, dos territórios e de uma filosogia da existência que incorpora uma crítica ecológica erigida pelas mulheres indígenas, do campo, das águas e das florestas. Uma premissa fundamental é a de que o território-corpo-terra-água incorpora uma ontologia política de contraposição antagônica à ontologia do capital. O artigo toma por base as elaborações teórico-analíticas de movimentos de mulheres indígenas, do campo, das águas e das florestas, seus comunicados, relatos orais e posicionamentos políticos.
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