O território-corpo-terra-água e a ontologia política da vida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33956/habmcj48

Palavras-chave:

Território-corpo-terra-água, ontologias e epistemologias originárias, ontologia política, crítica ecológica, mulheres

Resumo

O artigo tem por objetivo analisar o território-corpo-terra-água como uma unidade conceitual e práxis política para a defesa territorial e da vida. Para tanto, apresenta as matrizes ontológicas e epistêmicas que fundamentam essa unidade conceitual na denominação da terra, dos territórios e de uma filosogia da existência que incorpora uma crítica ecológica erigida pelas mulheres indígenas, do campo, das águas e das florestas. Uma premissa fundamental é a de que o território-corpo-terra-água incorpora uma ontologia política de contraposição antagônica à ontologia do capital. O artigo toma por base as elaborações teórico-analíticas de movimentos de mulheres indígenas, do campo, das águas e das florestas, seus comunicados, relatos orais e posicionamentos políticos.

Biografia do Autor

  • Lia Pinheiro Barbosa, Universidade Estadual do Ceará / Programa de Pós-Graduação em Sociologia / Mestrado Acadêmico Intercampi em Educação e Ensino

    Doutora em Estudos Latino-Americanos pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), Mestre em Sociologia e Cientista Social pela Universidade Estadual do Ceará (UFC). Professora da Universidade Estadual do Ceará, no Centro de Humanidades - no curso de Ciências Sociais , no Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) e no Mestrado Acadêmico Intercampi em Educação e Ensino (MAIE). Líder do Grupo de Pesquisa Pensamento Social e Epistemologias do Conhecimento na América Latina e Caribe. Pesquisadora do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e no Programa Alternativas Pedagógicas y Prospectiva Educativa en América Latina (APPeAL). Bolsista de Produtividade PQ-2/CNPq.  E-mail: lia.barbosa@uece.br

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Publicado

10-04-2026

Como Citar

O território-corpo-terra-água e a ontologia política da vida. Tensões Mundiais, [S. l.], v. 22, n. 48, p. 47–97, 2026. DOI: 10.33956/habmcj48. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/16824. Acesso em: 11 abr. 2026.

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