Currículo con referencia afro y el sello de escuela antirracista:
política, límites y disputas
DOI:
https://doi.org/10.33241/cadernosdogposshe.v9i1.16746Palabras clave:
Currículo con referencia afro; Educación antirracista; Epistemicidio; Sello Escuela Antirracista.Resumen
El artículo analiza el currículo con referencias africanas como estrategia para combatir el racismo estructural y el epistemicidio en la educación básica brasileña. A partir del estudio de caso de la Escuela Municipal Maria Felipa y la implementación del Sello Escuela Antirracista en el estado de Ceará, la investigación discute los límites y las posibilidades de la política pública orientada a la promoción de la justicia curricular. Basándose en un enfoque cualitativo y una perspectiva descolonial, se examinan los dispositivos simbólicos que sustentan la exclusión de las epistemologías negras del espacio escolar. Se argumenta que el currículo es un territorio de disputa, y su referencia afroexige romper con los paradigmas eurocéntricos, reorganizando contenidos, metodologías, prácticas evaluativas y relaciones pedagógicas. El artículo señala la importancia de la formación crítica del profesorado, la financiación pública y la articulación con los movimientos sociales como elementos fundamentales para la eficacia de la política. Se concluye que el Sello puede ser un catalizador de transformaciones estructurales hacia la equidad racial en las escuelas.
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