A EPIDERME DO GÊNERO E SUAS TRANSGRESSÕES NO FILME “A PELE QUE HABITO”, DE PEDRO ALMODÓVAR

Autores

  • Daniel Mazzaro UNIFAL-MG

Palavras-chave:

Teoria Queer, Gênero, Transgressão, A Pele que Habito

Resumo

Este trabalho tem como objetivo questionar a construção da identidade de gênero de dois personagens do filme A pele que habito, de Pedro Almodóvar (2011): o jovem Vicente, que passa por diversas cirurgias plásticas, inclusive vaginoplastia, e passa a ser conhecido como Vera, e o cirurgião plástico Robert Ledgard, responsável pelas cirurgias em Vicente/Vera e por quem se apaixona. A partir de duas perguntas básicas, “Seria Vicente, após a intervenção cirúrgica que lhe foi imposta, um homem ou uma mulher?” e “Seria o médico heterossexual, homossexual ou bissexual?”, serão discutidas as possíveis transgressões das normas de gênero levando em conta a Teoria Queer proposta por Judith Butler, segundo a qual o gênero e a sexualidade são performativamente constituídos, isto é, são construções discursivas baseadas em certas normas que constroem a identidade dos seres, inclusive quando esta perpassa por questões físico-corporais, como o sexo.

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Publicado

2018-05-29

Como Citar

MAZZARO, D. A EPIDERME DO GÊNERO E SUAS TRANSGRESSÕES NO FILME “A PELE QUE HABITO”, DE PEDRO ALMODÓVAR. Revista Linguagem em Foco, [S. l.], v. 9, n. 3, p. 31, 2018. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/6. Acesso em: 20 abr. 2021.

Edição

Seção

Artigos