Revista Linguagem em Foco https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco <p>Linguagem em Foco é um periódico do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da UECE, dirigido a pesquisadores, docentes e estudantes de pós-graduação. A revista divulga trabalhos (de doutores, mestres, doutorandos e mestrandos em coautoria com seus orientadores) sobre a linguagem numa perspectiva interdisciplinar, abordando questões e enfoques teórico-metodológicos no campo da Linguística Aplicada. Trata-se de uma publicação semestral, que admite números especiais (com chamadas ou expedientes específicos). São aceitos artigos e ensaios inéditos; entrevistas; resenhas de livros e teses recém-publicados.&nbsp;</p> pt-BR <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Creative Commons License"></a></p> <p>Os autores que publicam na&nbsp;<strong><em>Linguagem em Foco</em></strong>&nbsp;concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show">Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os artigos estão simultaneamente licenciados sob a&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/"><em>Creative Commons Attribution License</em></a>&nbsp;que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da sua autoria e da publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Os conceitos emitidos em artigos assinados são de absoluta e exclusiva responsabilidade de seus autores. 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Para tanto, discuto a ideia de participação na internet, tomando como base o conceito de <em>Web 2.0</em>, situando-o à luz do conceito de multissinóptico. Em seguida, mostro como elementos de natureza sociotécnica das redes sociais da internet, ao envolverem agentes humanos e não humanos, são mais complexos do que os meios tradicionais de comunicação de massa, e como isso contribui para a produção e proliferação de <em>fake news</em>. Por fim, teço algumas considerações sobre o que entendo como educação crítica para lidar com as <em>fake news</em> no contexto atual, buscando, assim, apresentar algumas alternativas que sejam factíveis e possam nos fazer “esperançar” o futuro.</p> Petrilson Pinheiro Copyright (c) 2022 Petrilson Pinheiro https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9347 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Saindo das bolhas de pós-verdade https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9292 <p>Este artigo aborda o fenômeno da desinformação na cibercultura na perspectiva da ética da informação, considerando a relevância do combate às fake news no processo de formação do leitor. Partimos dos conceitos de bolha e pós-verdade para explicar um dos aspectos distópicos do surgimento das redes: a rápida disseminação de conteúdos falsos. Na contramão desse fenômeno, encontra-se a estratégia de distanciamento do leitor da sua bolha de informação, o que lhe permitirá uma compreensão textual/discursiva associada a fatos reais, objetivos, e não propriamente ao seu sistema de crenças e emoções. Entendemos, aqui, que o processo de formação do leitor na cultura digital passa, necessariamente, pela formação de um cidadão mídia-ativo, capaz não só de checar as informações, mas também de compreendê-las, para assim atuar criticamente na realidade que o cerca. Por esse processo, esperamos a constituição de outra ética do discurso quanto à curadoria da informação, que leve em conta a promoção de diálogos sociais, de forma livre e democrática, na esfera pública digital.</p> Jaqueline Barreto Lé, Úsula Cunha Anecleto, Ana Elisa Ribeiro Copyright (c) 2022 Jaqueline Barreto Lé, Úsula Cunha Anecleto, Ana Elisa Ribeiro https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9292 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Prática discursiva de desinformação https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9374 <p>Este estudo tem como objetivo geral investigar a prática discursiva de desinformação, considerando a distribuição de anúncios digitais falsos. Para tal, buscamos propor um quadro de sistematização da distribuição/contribuição dos atores sociais a partir das contribuições continuadas e descontinuadas mediante graus cientes, inscientes e transformacionais. Como fundamentação teórica, partimos dos Estudos Críticos do Discurso, mais especificamente da abordagem dialético-relacional (FAIRCLOUGH, 2001), bem como dos estudos sobre desinformação (WARDLE; DERAKHSHAN, 2017). Em termos metodológicos, este artigo possui uma abordagem qualitativa e utiliza como método a Análise de Discurso Textualmente Orientada (ADTO), de Fairclough (2001). No tocante à coleta de dados, reunimos 2 corpora para responder as nossas questões de pesquisa: o primeiro corpus é formado por três anúncios digitais falsos. O segundo corpus compreende cinco comentários de uma matéria veiculada em um portal de notícias, trazendo questões que enfocam a distribuição dessa prática discursiva de desinformação. Os resultados apontam que a distribuição desses textos falsos é um grave problema social que requer uma maior inteligibilidade acerca das interações entre os atores sociais, mídias e a sociedade em geral, bem como um maior engajamento transformacional que intervenha na disseminação dessa prática a partir do entendimento das contribuições continuadas ou descontinuadas.</p> Antônio Heleno Ribeiro Santiago, Júlio Araújo Copyright (c) 2022 Antônio Heleno Ribeiro Santiago, Júlio Araújo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9374 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Da manipulação das massas nas redes sociais às ações de combate à desinformação https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9587 <p>Neste texto, apresento uma reflexão sobre a desinformação como estratégia político-discursiva aceita, validada e divulgada como verdade “inquestionável” por grupos na hipermídia. Questiono a prática educacional, política e midiática de combater desinformação com a divulgação de informação curada e comparo as massas discursivas com as bolhas nas redes sociais, a partir de uma perspectiva freudiana da Psicologia das Massas (FREUD, 2011). Entre as discussões propostas, descrevo as principais ações de combate à desinformação estabelecidas no âmbito global, sobretudo no Brasil, nesses últimos anos. Detalho algumas agências de checagem e movimentos sociomidiáticos estabelecidos e atravessados pela cultura digital (CHAUÍ, 2017, 2021) que apelam para o letramento crítico da população, para verificar os fatos e não consumir desinformação, seja divulgando ou produzindo conteúdo falso. Por fim, reflito sobre as potencialidades democráticas da internet e sua relação com a alteridade discursiva em contraste com movimentos ambivalentes de destituição do outro, fortalecidos pelos algoritmos, que passaram a gerenciar e padronizar nossas subjetividades, criando predileções e demandas de consumo.</p> Débora Liberato Arruda Hissa Copyright (c) 2022 Débora Liberato Arruda Hissa https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9587 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Ser docente em tempos de fake news https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9491 <p>O presente trabalho tem como objetivo analisar a representação de professores de inglês em uma postagem no perfil do Movimento Escola sem Partido no Instagram, que condena o trabalho crítico de professores em escolas brasileiras. Para isso, este artigo busca refletir sobre as consequências das notícias falsas na formação cidadã e sobre o aumento de casos de violência contra a população LGBTQIAP+. Com o intuito de discutir a importância do ensino-aprendizagem de inglês em uma vertente crítica, esta pesquisa se caracteriza como qualitativa (DÖRNYEI, 2006) e se baseia na Gramática do Design Visual (KRESS; VAN LEEUWEN ([1996] 2021) para investigar a relação entre os elementos visuais e os comentários presentes na referida postagem e de que maneiras reforçam discursos anti-LGBTQIAP+. Os resultados deste estudo apontam que o uso de redes sociais por políticos e parte da sociedade mais conservadora, nos últimos anos, tem criado uma “sensação” de verdade (BUCCI, 2018), a qual condena as diferentes identidades de gênero e de orientação sexual (LINS et al., 2016; JUNQUEIRA, 2017, entre outros). Portanto, este artigo afirma a importância de se lutar contra as notícias falsas nas diferentes mídias, e também nas escolas, de forma que se crie o que os documentos oficiais, como a Base nacional Comum Curricular defendem: a promoção do letramento crítico (JANKS, 2016) e dos multiletramentos (ROJO; MOURA, 2012) dos estudantes, na construção de um sociedade mais igualitária.</p> Vanessa Moreno Mota, Bruno Cesar Nunes de Andrade Copyright (c) 2022 Vanessa Moreno Mota, Bruno Cesar Nunes de Andrade https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9491 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Efeito Dunning-Kruger e dissonância cognitiva na CPI da Covid-19 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9238 <p>Com mais de meio milhão de óbitos por conta do vírus Sars-Cov-2, no Brasil, entre março de 2020 e junho de 2021, o Governo Federal tem sido responsabilizado pela sociedade e por outros estratos do poder pela má condução no gerenciamento à pandemia de Covid-19. Isso levou o Senado Federal a abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, em 2021, para investigar as ações e omissões do governo nesse período pandêmico. É sob esse universo que objetivamos, neste trabalho, explanar como o efeito dunning-kruger (DUNNING, 2011) e a dissonância cognitiva (FESTINGER, 1968) se manifestam na CPI, institucionalizando a desinformação (WARDLE; DERAKHSHAN, 2017) no país. Para esse objetivo, selecionamos trechos dos depoimentos de três personagens de destaque no governo convocados para depor no processo, a oncologista Nise Yamaguchi, a pediatra Mayra Pinheiro e o general Eduardo Pazuello, e mostramos como esses conceitos se materializam em seus discursos. Os resultados preliminares apontam que o quadro da desinformação é legitimado em nível institucional, sobretudo pelas crenças e valores que podem ser demonstrados pelo efeito dunning-kruger e pela dissonância cognitiva agindo sobre personagens com poder de decisão no Governo Federal.</p> Isadora Oliveira do Nascimento, Vicente Lima-Neto Copyright (c) 2022 Isadora Oliveira do Nascimento, Vicente Lima-Neto https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9238 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 “Se não faz mal, por que não tomar”? https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9356 <p>O objetivo deste artigo é realizar uma análise da campanha de desinformação promovida pelo Governo Federal brasileiro a favor do uso de cloroquina como parte do denominado “tratamento precoce” contra a Covid-19. Para tanto, analisamos as menções ao tratamento com cloroquina feitas pelo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, principalmente em suas lives no Youtube. Para verificar a capacidade de alcance dessas falas presidenciais, buscamos correlacionar as referidas lives aos índices de busca pela palavra-chave “cloroquina” no site de buscas Google, através da ferramenta Google Trends. Os dados obtidos demonstram que é possível estabelecer uma relação entre as menções feitas à cloroquina pelo Presidente da República e o aumento significativo pela busca desse termo no site de buscas Google. Além disso, a alta recorrência do discurso a favor do chamado “tratamento precoce” indica que também houve uma campanha desinformativa orquestrada de forma a enganar ou confundir a opinião pública com consequências graves ainda a serem investigadas.</p> João Paulo Eufrazio de Lima Copyright (c) 2022 João Paulo Eufrazio de Lima https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9356 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Uma análise bakhtiniana sobre o discurso de ódio contra nordestinos em postagens nas redes sociais após o primeiro turno das Eleições 2022 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9350 <p>A banalização do ódio e o ataque a grupos historicamente subalternizados vêm gerando uma onda de retrocessos sociais e democráticos marcada pela violência e pela prática da intolerância. Nessa perspectiva, objetiva-se analisar o discurso de ódio contra nordestinos em enunciados do universo das redes sociais digitais. Para isso, tomamos como base teórico-metodológica pressupostos da Análise Dialógica do Discurso, mais especificamente as noções de cronotopo, de enunciado concreto e de apreciação valorativa, considerando-se que, a partir de uma perspectiva axiológica, constroem-se, nas redes sociais, cronotopos de ódio que favorecem a disseminação de práticas discursivas intolerantes, preconceituosas e xenofóbicas. O corpus se constitui de cinco postagens que circularam nas redes sociais logo após o primeiro turno das eleições presidenciais 2022. Os resultados revelam que os enunciados analisados criam e são criados por cronotopos de ódio contra uma parcela da sociedade, que fortalecem a filiação ideológica e o sentimento de pertença de grupos apoiadores de Jair Bolsonaro em ambiente virtual. Além disso, esses enunciados contribuem para um projeto enunciativo que visa a inferiorização do povo nordestino e uma consequente marginalização dessa parte da população, de modo a tentar descredibilizar os resultados das eleições.</p> Samya Semião Freitas Copyright (c) 2022 Samya Semião Freitas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9350 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Decolonialidade epistemológica em tempos de monotecnologização da vida https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9441 <p>Contextos de guerra como laboratórios perfeitos da ciência e do biopoder têm se tornado truísmo a que mais se recorre quando se trata de compreender avanços tecnológicos, no mesmo passo em que estes se atrelam ao controle cada vez mais bem-sucedido dos corpos e agora da atenção. “Capitalismo cognitivo” (CORSANI, 2003; RULLANI, 2004; VERCELLONE, 2006; BOUTANG, 2007a, 2007b) para alguns, “tecnobiocapitalismo” (HARAWAY, 1991; NEGRI, 2015; PRECIADO, 2018) para outros, o fato é que temos assistido a uma transformação profunda das relações sociais e das forças produtivas desde a década de 1970 em todas as searas da vida, que tem exigido de nós uma análise não apenas política e cultural, mas também ontoepistemológica e somático-cognitiva (FOUCAULT, 2000, 2016) da economia mundial, em face das novas dinâmicas do capitalismo tecnocrático (SANTOS, 2015; HAN, 2018). A pandemia, nesse cenário, tornou-se mais um desses laboratórios do biopoder, trazendo um aprofundamento quase ciborgue da episteme tecnobiocapitalista, seja com a senciência algorítmica das máquinas de aprendizagem das Big Tech (MOROZOV, 2018), seja com a verticalização das formas de identificação subjetivas pautadas pelas modulações monotécnicas padronizadas (DELEUZE, 2008). Assim, a partir de um ponto de vista teórico e metodológico dos Estudos Científicos (LATOUR; WOLGAR, 1997; LATOUR, 2011), neste artigo, discutiremos brevemente sobre como a ideia de “tecnodiversidade” (HUI, 2016, 2020) pode fornecer importante questionamento decolonial da episteme e das práticas do tecnobiocapitalismo, colocando-nos diante da tarefa de reforçar, elaborar ou contemplar outras cosmologias alternativas, face a epistemologia monotécnica do capital.</p> Emanoel Pedro Martins Gomes Copyright (c) 2022 Emanoel Pedro Martins Gomes https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9441 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Apresentação https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9816 Júlio César Rosa de Araújo, Débora Liberato Arruda Hissa, João Paulo Eufrazio de Lima, Nukácia Meyre Silva Araújo Copyright (c) 2022 Júlio César Rosa de Araújo, Débora Liberato Arruda Hissa, João Paulo Eufrazio de Lima, Nukácia Meyre Silva Araújo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9816 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Institucional https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9817 Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9817 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 Expediente https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9818 Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9818 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300 O combate à desinformação e a garantia do direito à liberdade de expressão https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9380 <p>Nos últimos anos, o debate público sobre a necessidade de combater a desinformação e a importância de garantir a liberdade de expressão se tornou um campo de disputa de diferentes narrativas. Aborda-se o problema numa perspectiva antagônica e excludente: ou se combate a desinformação ou garante-se o direito à liberdade de expressão. Afinal, há direito à liberdade de expressão sem direito à informação confiável? Esse é o foco da discussão proposta pela pesquisadora Helena Martins nesta entrevista concedida à Linguagem em Foco. Martins é docente na Universidade Federal do Ceará e estuda a imbricada relação entre política, tecnologia e o mercado da comunicação. A entrevista foi conduzida pelo professor Rafael Rodrigues e pelo doutorando Paulo Jefferson Barreto. São oito perguntas, abordando o cenário da desinformação no Brasil poucos dias após as eleições presidenciais de 2022; o papel e as respostas das grandes empresas de mídias digitais diante da problemática; o avanço dos discursos de ódio; a atual crise de confiança que afeta as instituições democráticas e o futuro do ecossistema da comunicação num contexto de recrudescimento da desinformação.</p> Helena Martins do Rêgo Barreto , Paulo Jefferson Pereira Barreto, Rafael Rodrigues da Costa Copyright (c) 2022 Helena Martins do Rêgo Barreto , Paulo Jefferson Pereira Barreto, Rafael Rodrigues da Costa https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/9380 Wed, 07 Dec 2022 00:00:00 -0300