Marxismo Queer para tensionar as Relações Internacionais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33956/tensoesmundiais.v21i46e47.14457

Palavras-chave:

Família, Imperialismo, Marxismo Queer, Teoria das Relações Internacionais, Teoria Crítica, Family, Imperialism, Queer Marxism, International Relations Theory, Critical Theory

Resumo

Como o Marxismo Queer pode robustecer a disciplina de Relações Internacionais? Por que não há uma Teoria Internacional Queer Marxista? Este artigo explora as potencialidades desta vertente para a ciência internacionalista. Então, problematiza-se a família como pilar do heteropatriarcado capitalista, bem como o uso imperialista dos direitos humanos em retóricas de política externa. A originalidade desta pesquisa está em servir como texto fundacional para uma teoria queer marxista de RI.

Biografia do Autor

  • Kelvin Araújo da Nóbrega Dias, UEPB

    Kelvin Araújo da Nóbrega Dias. Mestre em Relações Internacionais pela UEPB. João Pessoa - Paraíba, Brasil. 

     

    Bacharel (2019) e Mestre (2024) em Relações Internacionais pela UEPB. No mestrado, pesquisou a paradiplomacia do Consórcio Nordeste na linha de pesquisa Política Externa e Segurança. Atuou no programa #tmjUNICEF, iniciativa para combater notícias falsas e promover os direitos humanos durante a pandemia de COVID-19. Seus temas preferenciais são relacionados à teoria crítica, Marxismo Queer e familismo. Integrante do Grupo de Pesquisa sobre Políticas Sexuais Internacionais (PoliSexI) da UFPB.

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Publicado

23-10-2025

Como Citar

Marxismo Queer para tensionar as Relações Internacionais. Tensões Mundiais, [S. l.], v. 21, n. 46-47, p. 149–176, 2025. DOI: 10.33956/tensoesmundiais.v21i46e47.14457. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/14457. Acesso em: 12 abr. 2026.

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