A Casa Forte de Rachel de Queiroz

Autores

  • Ana Maria Roland

DOI:

https://doi.org/10.33956/tensoesmundiais.v8i14%20jan/jun.562

Palavras-chave:

Literatura Moderna, Brasil, Representação da Realidade Histórica

Resumo

Em 1930 teve início um ciclo renovador do modernismo brasileiro e Rachel de Queiroz apresentou-se como a primeira emergente. Na sua obra, a expressão moderna estreita o diálogo entre a literatura e a história, tanto no programa estético, quanto no político. A representação da língua falada, aliada à concisão e ao rigor documental, são virtudes que a escritora cultivou. No seu último romance podemos seguir a atualização da épica moderna na construção de dramas e
heróis populares.

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Publicado

2018-10-26

Como Citar

ROLAND, A. M. A Casa Forte de Rachel de Queiroz. Tensões Mundiais, [S. l.], v. 8, n. 14, p. 97–128, 2018. DOI: 10.33956/tensoesmundiais.v8i14 jan/jun.562. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/562. Acesso em: 2 dez. 2021.