Os movimentos da alma na contemplação da natureza em Rousseau

Autori

  • Gustavo Cunha Bezerra

DOI:

https://doi.org/10.23845/kalagatos.v10i20.6078

Parole chiave:

Contemplação, Natureza, Rousseau, Sentimento

Abstract

Discuto neste artigo alguns temas relacionados à contemplação da natureza em Rousseau. A partir das análises de Henri Gouhier, procuro mostrar que a proximidade entre Deus e natureza, realizada por Rousseau, é fundamentada sempre sobre um Deus
transcendente, ainda que os êxtases contemplativos dos Devaneios do caminhante solitário pareçam panteístas.
O prazer derivado do sentimento de existência, alcançados nos êxtases contemplativos de Rousseau, revelam um duplo movimento da alma que se expande sobre a natureza ao mesmo tempo em que se dobra sobre si mesmo, num movimento de retração.

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Pubblicato

2021-07-14

Fascicolo

Sezione

Artigos

Come citare

Os movimentos da alma na contemplação da natureza em Rousseau. Kalágatos , [S. l.], v. 10, n. 20, p. 53–75, 2021. DOI: 10.23845/kalagatos.v10i20.6078. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/kalagatos/article/view/6078. Acesso em: 13 apr. 2026.

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