Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • O texto está em espaço simples; usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.

Diretrizes para Autores

As submissões dos artigos, ensaios, traduções e resenhas deverão seguir as seguintes normas:  

  1. Devem estar digitados em arquivo .doc, página tamanho A4, espaçamento 1,5, fonte Times New Roman, tamanho 12 para o corpo do texto, 10 para as citações destacadas de mais de  três linhas e 10 para as notas de rodapé (UTILIZAR OS RECURSOS DO PRÓPRIO WORD). As entradas dos parágrafos devem ser de 1,5 cm (USAR RECURSOS DE FORMATAÇÃO DE PARÁGRAFOS DO WORD). As citações destacadas devem distanciar-se 4,0 cm da margem esquerda do texto.
  1. Os artigos não devem exceder 25 páginas e devem incluir na primeira página um RESUMO INDICATIVO (NBR 6028  - ABNT), com no máximo 100 palavras e cinco  PALAVRAS-CHAVE, separadas entre si por vírgulas e finalizadas por ponto, no idioma do texto. Além disso, deve-se incluir TÍTULO em uma das línguas: INGLÊS, FRANCÊS, ITALIANO, OU ALEMÃO, com resumo e palavras-chave com as mesmas formatações.

 

2.2. No caso de traduções, ensaios e resenhas as normas do item 2 podem variar.

  1. Deve-se incluir, em nota de rodapé marcada por um * (asterisco), uma pequena apresentação do autor (última formação, curso e instituição a qual está vinculado).
  1. As referências das citações de filosofia geral devem ser preferencialmente no corpo do texto no sistema (AUTOR, DATA, página), podendo ser também em nota de rodapé desde que seja escolhido e mantido um padrão;
  1. Já para autores clássicos de filosofia, as referências devem ser dadas, em rodapé ou no corpo do texto, segundo o correspondente padrão acadêmico estabelecido. Abaixo, oferecemos alguns casos de autores e obras, com devidos exemplos:

 - A referência Diels-Kranz (DK) para os autores pré-socráticos. P. ex., para o fragmento  7, linhas 1-2, de Parmênides (que constitui o capítulo 28 B da edição Diels e Kranz):

“Não, impossível que isso prevaleça, ser (o) não ente;
Tu porém desta via de inquérito afasta o pensamento” (DK 28 B 7:1-2).

- A paginação Stephanus  para os textos de Platão, que se origina da edição bilingue (latim-grego) de 1578 dos diálogos platônicos, organizada por Henricus Stephanus. P. ex., para a seguinte passagem da República, citada em destaque e, por hipótese, indicada em rodapé:

Logo, a boa qualidade do discurso, da harmonia, da graça e do ritmo depende da qualidade do caráter, não daquele a que, sendo debilidade de espírito, chamamos familiarmente ingenuidade, mas da inteligência que verdadeiramente modela o caráter na bondade e na beleza.(4)

_____
(4) Rep., 400d-e.

- A paginação Immanuel Bekker para os textos de Aristóteles. P. ex., para as passagens seguintes da Retórica  (capítulo II, parágrafo 1, passagem 1378 a, linhas 19-20) e da Metafísica (indicada pela abreviatura Met., numa citação feita por PUENTE, Fernando Rey. Os sentidos do tempo em Aristóteles. São Paulo: Loyola, 2001, p. 69):

“As paixões, pelas perturbações que provocam, modificam os juízos” (Retórica, II, 1, 1378 a 19-20).

Discorrendo sobre a irregularidade do acidente, Aristóteles afirma que “nem sempre, nem na maior parte dos casos o branco é músico, mas desde que em um momento qualquer ele se torna [músico], [então] ele o será por acidente” (Met. 1027 a 11-12).

- A indicação de partes, proposição, corolários etc., para textos de Spinoza. P. ex., , para a Ética, Parte II, Proposição 40, Escólio  2 (citada em destaque e, por hipótese, com referência indicada em rodapé):

Além desses dois gêneros de conhecimento, há ainda um terceiro, como o mostrarei a seguir, a que chamaremos ciência intuitiva. Este gênero de conhecimento procede da idéia adequada da essência formal de certos atributos de Deus para o conhecimento adequado da essência formal das coisas.(17)

_____
(17)  E2 P40 S2.

 

- Parágrafos ou aforismos para textos de Hegel, Nietzsche, Pascal etc., conforme os exemplos a seguir:

Para o parágrafo 24 dos Princípios da Filosofia do Direito (FD), de Hegel:

“A vontade é universal, porque nela estão suspensas toda restrição e toda singularidade particular [...]” (FD, § 24).

Para o fragmento dos Pensamentos, de Blaise Pascal, que, na edição Lafuma ganha o número 713 e, na edição Brunshwicg, o número 4, há a opção de uma  dupla referência:

“Zombar da filosofia é, na verdade, filosofar” (Br 4, La  713).

 

  1. Ao final do artigo deve-se acrescentar a BIBLIOGRAFIA, conforme os modelos a seguir:

 

6.1 Livros:

LARRAURI, Maite; MAX. La felicidad según Spinoza. València: Tàndem, 2003.

 

6.2 Artigos em periódicos:

DUTRA, Delamar José Volpato. O grande desafio da ética contemporânea: universalidade das regras e particularidade das ações. Dissertatio, Pelotas, n. 10, p. 75-96, 1999.

 

6.3 Livros Organizados ou Coletâneas:

TATIÁN, Diego (Comp.). Círculo Spinociano de la Argentina - Spinoza: Segundo Coloquio. Córdoba (Arg.): Altamira, 2006.


6.4 Capítulo de livros sem autor específico:

DELEUZE, Gilles. Spinoza e as Três Éticas. In: _____. Crítica e Clínica. Tradução de Peter Pál Pelbart. 1. ed. Rio de Janeiro: 34, p. 156-170, 1997. (Coleção Trans).

 

6.5 Capítulos de livro com autor específico:

SCHAUB, Marianne. Espinosa ou uma Filosofia Política Galilaica. In: CHÂTELET, François. (Org.). História da Filosofia. Tradução de Alexandre Gaspar et al. Lisboa: Dom Quixote, p. 123-154, 1981. 4 v.

 

6.6 Textos consultados na Internet:

BAYLE, Pierre. Spinoza. In: Dictionnaire Historique et Critique. Quatrième édition, Amsterdã: P. Brunel, 4 v.,  1730. Disponível em: <http://www.lib.uchicago.edu/efts/ARTFL/projects/dicos/BAYLE/search.fulltext.form.html>. Acesso em 04 jan. 2009.


6.7 Prefácios e outras partem com autor específico:

KOYRÉ, Alexandre. Prefácio e Notas. In: SPINOZA, B. Tratado da Reforma do Entendimento. Edição Bilíngüe Latim-Português. Tradução de Abílio Queirós. Lisboa: Edições 70, p. 11-19, 1987. (Textos Filosóficos).

 

2.2. No caso de traduções, ensaios e resenhas as normas do item 2 podem variar.

  1. Deve-se incluir, em nota de rodapé marcada por um * (asterisco), uma pequena apresentação do autor (última formação, curso e instituição a qual está vinculado).

 

  1. As referências das citações devem ser indicadas em rodapé, no qual devem estar o sobrenome do autor (com apenas a inicial maiúscula), seguido das iniciais dos pré-nomes, o título da obra (em itálico, se for um livro, sem itálico se for um artigo ou capítulo de livro) e a página em que a passagem citada se encontra. Por exemplo:

1 Larrauri, M. La felicidad según Spinoza, p. 137.

 

2 Dutra, D. J. V. O grande desafio da ética contemporânea: universalidade das regras e particularidade das ações, p. 80.

 

  1. Já para autores clássicos de filosofia, as referências devem ser dadas, em rodapé ou no corpo do texto, segundo o correspondente padrão acadêmico estabelecido. Abaixo, oferecemos alguns casos de autores e obras, com devidos exemplos:

 

- A referência Diels-Kranz (DK) para os autores pré-socráticos. P. ex., para o fragmento  7, linhas 1-2, de Parmênides (que constitui o capítulo 28 B da edição Diels e Kranz):

“Não, impossível que isso prevaleça, ser (o) não ente;
Tu porém desta via de inquérito afasta o pensamento” (DK 28 B 7:1-2).

- A paginação Stephanus  para os textos de Platão, que se origina da edição bilingue (latim-grego) de 1578 dos diálogos platônicos, organizada por Henricus Stephanus. P. ex., para a seguinte passagem da República, citada em destaque e, por hipótese, indicada em rodapé:

Logo, a boa qualidade do discurso, da harmonia, da graça e do ritmo depende da qualidade do caráter, não daquele a que, sendo debilidade de espírito, chamamos familiarmente ingenuidade, mas da inteligência que verdadeiramente modela o caráter na bondade e na beleza.(4)

_____
(4) Rep., 400d-e.

- A paginação Immanuel Bekker para os textos de Aristóteles. P. ex., para as passagens seguintes da Retórica  (capítulo II, parágrafo 1, passagem 1378 a, linhas 19-20) e da Metafísica (indicada pela abreviatura Met., numa citação feita por PUENTE, Fernando Rey. Os sentidos do tempo em Aristóteles. São Paulo: Loyola, 2001, p. 69):

“As paixões, pelas perturbações que provocam, modificam os juízos” (Retórica, II, 1, 1378 a 19-20).

Discorrendo sobre a irregularidade do acidente, Aristóteles afirma que “nem sempre, nem na maior parte dos casos o branco é músico, mas desde que em um momento qualquer ele se torna [músico], [então] ele o será por acidente” (Met. 1027 a 11-12).

- A indicação de partes, proposição, corolários etc., para textos de Spinoza. P. ex., , para a Ética, Parte II, Proposição 40, Escólio  2 (citada em destaque e, por hipótese, com referência indicada em rodapé):

Além desses dois gêneros de conhecimento, há ainda um terceiro, como o mostrarei a seguir, a que chamaremos ciência intuitiva. Este gênero de conhecimento procede da idéia adequada da essência formal de certos atributos de Deus para o conhecimento adequado da essência formal das coisas.(17)

_____
(17)  E2 P40 S2.

 

- Parágrafos ou aforismos para textos de Hegel, Nietzsche, Pascal etc., conforme os exemplos a seguir:

Para o parágrafo 24 dos Princípios da Filosofia do Direito (FD), de Hegel:

“A vontade é universal, porque nela estão suspensas toda restrição e toda singularidade particular [...]” (FD, § 24).

Para o fragmento dos Pensamentos, de Blaise Pascal, que, na edição Lafuma ganha o número 713 e, na edição Brunshwicg, o número 4, há a opção de uma  dupla referência:

“Zombar da filosofia é, na verdade, filosofar” (Br 4, La  713).

 

  1. Ao final do artigo deve-se acrescentar a BIBLIOGRAFIA, conforme os modelos a seguir:

 

6.1 Livros:

LARRAURI, Maite; MAX. La felicidad según Spinoza. València: Tàndem, 2003.

 

6.2 Artigos em periódicos:

DUTRA, Delamar José Volpato. O grande desafio da ética contemporânea: universalidade das regras e particularidade das ações. Dissertatio, Pelotas, n. 10, p. 75-96, 1999.

 

6.3 Livros Organizados ou Coletâneas:

TATIÁN, Diego (Comp.). Círculo Spinociano de la Argentina - Spinoza: Segundo Coloquio. Córdoba (Arg.): Altamira, 2006.


6.4 Capítulo de livros sem autor específico:

DELEUZE, Gilles. Spinoza e as Três Éticas. In: _____. Crítica e Clínica. Tradução de Peter Pál Pelbart. 1. ed. Rio de Janeiro: 34, p. 156-170, 1997. (Coleção Trans).

 

6.5 Capítulos de livro com autor específico:

SCHAUB, Marianne. Espinosa ou uma Filosofia Política Galilaica. In: CHÂTELET, François. (Org.). História da Filosofia. Tradução de Alexandre Gaspar et al. Lisboa: Dom Quixote, p. 123-154, 1981. 4 v.

 

6.6 Textos consultados na Internet:

BAYLE, Pierre. Spinoza. In: Dictionnaire Historique et Critique. Quatrième édition, Amsterdã: P. Brunel, 4 v.,  1730. Disponível em: <http://www.lib.uchicago.edu/efts/ARTFL/projects/dicos/BAYLE/search.fulltext.form.html>. Acesso em 04 jan. 2009.


6.7 Prefácios e outras partem com autor específico:

KOYRÉ, Alexandre. Prefácio e Notas. In: SPINOZA, B. Tratado da Reforma do Entendimento. Edição Bilíngüe Latim-Português. Tradução de Abílio Queirós. Lisboa: Edições 70, p. 11-19, 1987. (Textos Filosóficos).

 

Política de avaliação

Revista Kalagatos utiliza o sistema duplo-cego como critério para a avaliação dos textos enviados para publicação, por ser o mais democrático e com maior possibilidade de imparcialidade. Neste sistema, o texto é enviado sem nenhuma identificação do seu autor a dois pareceristas. A aprovação para publicar ocorrerá após o retorno mínimo de um parecer favorável à publicação. No caso de pareceres contrários, o texto será enviado para um terceiro parecerista analisar. No ato da submissão, deverá ser enviado um documento complementar  com a titulação do autor e co-autor(es), bem como e-mail e vinculação institucional. 

 

 

Artigos

Política padrão de seção

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros. Em conformidade com as boas práticas da ciência aberta, informamos que é necessário mencionar qualquer conflito de interesse existente, bem como inserir o referenciamento e a disponibilização dos dados utilizados e gerados pela pesquisa, código de programa de processamentos de dados e outros materiais subjacentes ao texto para efeitos de avaliação, reuso e reprodutibilidade.

The names and addresses given in this magazine will be used exclusively for the services provided by this publication and will not be made available for other purposes or to third parties. In accordance with good open science practices, we inform you that it is necessary to mention any existing conflict of interest, as well as insert the referencing and availability of data used and generated by the research, data processing program code and other materials underlying the text for evaluation, reuse and reproducibility purposes.