Entre as armas e as letras

imperialismo e nação na obra de Euclides da Cunha

Autores

Palavras-chave:

Euclides da Cunha, Imperialismo, Nação, Exército

Resumo

Euclides da Cunha questionou as fronteiras entre civilização e barbárie, revelando como a dita sociedade civilizada poderia ser bárbara. Todavia, a análise euclidiana não consegue se desvincular de posições ditadas pela “civilização”, que, a partir de fundamentos “científicos”, justificavam os avanços imperialistas. Tal orientação deve-se, em grande parte, à formação do escritor, que, na Escola Militar, tivera contato com esse cientificismo e com um senso de “compromisso com a nação”.

Biografia do Autor

Kadma Marques Rodrigues, Universidade Estadual do Ceará

Doutora em Sociologia (UFC, 2006), com estágio no exterior (Lyon/França), como bolsista do Acordo CAPES/COFECUB (2004-2005). É membro do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), da Universidade Estadual do Ceará (UECE).  É Coordenadora do Escritório de Cooperação Internacional (ECINT), na UECE. Tem experiência na área de Sociologia da Arte e Sociologia da Alimentação. 

Pedro Victor Lima, UECE

Professor da Rede Pública Estadual do Ceará e Doutorando em Sociologia na Universidade Estadual do Ceará. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia regional e da literatura, atuando principalmente nos seguintes temas: espaço regional, política governamental, literatura e religiosidade.  

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Publicado

24-08-2022

Como Citar

MARQUES RODRIGUES, K.; LIMA, P. V. Entre as armas e as letras: imperialismo e nação na obra de Euclides da Cunha. Tensões Mundiais, [S. l.], v. 18, n. 37, p. 213–236, 2022. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/7984. Acesso em: 16 jul. 2024.