Ideias inatas e suas consequências políticas

Autores

  • Felipe de Matos Müller

DOI:

https://doi.org/10.23845/kalagatos.v5i10.5909

Palavras-chave:

John Locke, Inatismo, Política, Epistemologia

Resumo

Normalmente, estuda-se ou a filosofia política ou a teoria do conhecimento de John Locke. Uma implicação entre estes dois campos do saber, raramente, é encontrada nos livros. Contudo, fazê-la parece ser de vital importância. No Livro I do Ensaio sobre o Entendimento Humano, John Locke defende a posição de que o inatismo é uma doutrina do preconceito, podendo levar a uma atitude de “credulidade cega” em seus governantes. O resultado político dessa atitude é a rejeição da concepção paternalista e despótica do poder. Locke refuta convincentemente as teorias inatistas, sejam elas epistemológicas ou políticas. Assim, a questão que se propõe este trabalho é mostrar quais os argumentos de caráter epistemológico apóiam os argumentos políticos da filosofia de Locke, sobretudo, aqueles que visam a refutar o absolutismo.

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Publicado

2021-07-09

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Ideias inatas e suas consequências políticas. Kalágatos , [S. l.], v. 5, n. 10, p. 57–82, 2021. DOI: 10.23845/kalagatos.v5i10.5909. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/kalagatos/article/view/5909. Acesso em: 10 abr. 2026.

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