SERTANEJO CAIPIRA OU CAIPIRA SERTANEJO

AS DEFINIÇÕES DA MÚSICA RURAL BRASILEIRA NA COLEÇÃO ‘NOVA HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA’

Autores

  • Alessandro Henrique Cavichia Dias Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Campus de Franca

Palavras-chave:

Música Sertaneja, Música Caipira, Indústria Cultural, Memória Musical.

Resumo

Este ensaio pretende apresentar a formação de dois gêneros musicais, conhecidos como música sertaneja e música caipira. Para tanto, analisa-se as tensões e, principalmente, as diferenças estéticas entre ambos os gêneros e, dessa forma, visa-se problematizar tais categorias e como elas contribuem para a solidificação de uma tradição. Junto a essas analises da cisão desses campos musicais, caberá também ressaltar o papel da Indústria fonográfica na consolidação desses gêneros, a partir de dois discos da coleção Nova Historia da Música Popular Brasileira, intitulados Música Caipira de 1978 e Música Sertaneja de 1983, sendo estes os primeiros a fazerem parte de uma mesma coleção e rotular, distintamente, a música rural do interior do Brasil. Tais discos alcançaram um alto nível de popularidade e contribuíram fortemente para a formação de uma memória musical e a solidificação de um cânone em torno da música popular brasileira.

Biografia do Autor

Alessandro Henrique Cavichia Dias, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Campus de Franca

Licenciado em História pela Fundação Educacional de Fernandópolis, Bacharel em História
pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Campus de Franca, Mestrando
em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Campus de Franca.
Bolsista Capes.

Publicado

2022-01-08

Como Citar

DIAS, A. H. C. . SERTANEJO CAIPIRA OU CAIPIRA SERTANEJO: AS DEFINIÇÕES DA MÚSICA RURAL BRASILEIRA NA COLEÇÃO ‘NOVA HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA’. Revista de História Bilros: História(s), Sociedade(s) e Cultura(s), [S. l.], v. 2, n. 03, 2022. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/bilros/article/view/7570. Acesso em: 4 jul. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS