Psychosocial care for sex professionals:

an experience report

Authors

  • Roberta de Fátima Rocha Sousa Mestra em Psicologia e Políticas Públicas pela Universidade Federal do Ceará - UFC
  • Juliana Vieira Sampaio Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE e Professora do Programa de Pós-Graduação Profissional em Psicologia e Políticas Públicas da Universidade Federal do Ceará – UFC

DOI:

https://doi.org/10.32335/2238-0426.2024.14.33.14032

Keywords:

violence against women, sex worker, public policy, psychology

Abstract

Although prostitution is known as the oldest profession in the world, over the years it has been marginalized and made invisible. Even though it is currently regulated as a profession, it still carries the stigma caused not only by society, but also by the State. The invisibility of prostitution for the State is noticed in the absence of public policy to address violence aimed at this specific group and the absence of indicators of violence against this professional category. Given this scenario, this article brings an experience report of two conversation circles with sex workers in order to create bonds and learn about the life history of women and the violence they suffer at work. The actions described in this article took place in a town located in the countryside of the State of Ceará, Brazil, in a partnership between graduate studies and university outreach. We used field diaries as a basis for this article, as a way of producing meanings through our affections. Thus, based on what has been experienced, the importance of networks of affection, safety, and protection built and established among sex workers in the territories has been noticed, as well as provocations for the field of psychology, opening up possibilities for debates and new practices based on embracement, health promotion, and comprehensive care for sex workers.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Butler, J. (2015). Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto? Civilização Brasileira.

Federici, S. (2017). Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Elefante.

Hooks, B. (2019). E eu não sou uma mulher? Mulheres negras e feminismo. Rosa dos Tempos.

Kroeff, R. F. S., Gavillon, P. Q., & Ramm, L. V. (2020). Diário de campo e a relação do(a) pesquisador(a) com o campo-tema na pesquisa-intervenção. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 2(2), 525-579.

Leite, G. (2009). Filha, mãe, avó e puta. Objetiva.

Maciel, L., Schneider, J., Chambart, D., & Grassi-Oliveira, R. (2020). Percepções de profissionais sobre atendimentos em saúde para mulheres usuárias de crack. Psicologia: Ciência e Profissão, 40, 1-14.

Maia, M. B., Chacham, A. S., & Lopes, A. F. C. (2002). Profissionais do sexo e saúde. Jornal da Rede Feminista de Saúde, 25, 13-17.

Moira, A. (2018). E se eu fosse pura. Hoo.

Mussi, R., Flores, F., & Almeida, C. (2021). Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Revista Práxis Educacional, 17(48) 60-77.

Prada, M. (2018). Putafeminista. Veneta.

Silva, L. B., Sampaio, J. V., & Méllo, R. P. (2022). “Cuida!”: práticas de cuidado em saúde com mulheres trabalhadoras do sexo. Revista Polis e Psique, 12(1), 267-291.

Sousa, M. G. S., & Cabral, C. L. O. (2015). A narrativa como opção metodológica de pesquisa e formação de professores. Horizontes, 33(2), 149-163.

Tabuchi, M., & Santos, A. (2020). Violência e prostituição: reflexões acerca da omissão estatal no Brasil. Captura Críptica, 9(1), 75-89.

Vergès, F. (2020). Um feminismo decolonial. Ubu.

Published

2024-08-05

How to Cite

Sousa, R. de F. R., & Sampaio, J. V. (2024). Psychosocial care for sex professionals:: an experience report. Conhecer: Debate Entre O Público E O Privado, 14(33), 106–120. https://doi.org/10.32335/2238-0426.2024.14.33.14032

Issue

Section

Artigos