Formação docente e natureza sentidos e silêncios na interface ambiente e sociedade
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Resumo
Este artigo apresenta os resultados de uma investigação qualitativa, de natureza descritiva e exploratória, que analisou as percepções de professoras da Educação Infantil sobre a presença da temática natureza em sua formação profissional. Fundamentado nos aportes de Tardif (2014) e Nóvoa (1992), o estudo dialoga com os desafios contemporâneos da crise ambiental e do emparedamento da infância, evidenciando a importância da natureza para o desenvolvimento integral das crianças (Louv, 2016; Tiriba, 2018). Foram aplicados questionários com questões abertas a vinte educadoras, e os dados analisados por Análise de Conteúdo (Bardin, 1977). Emergiram quatro categorias: ausência ou superficialidade da temática na formação inicial; iniciativas pontuais ou esparsas; valorização da experiência pessoal como fonte de saber; e desejo por formações continuadas mais efetivas. Os resultados revelam lacunas nos processos formativos e apontam a necessidade de políticas educacionais que fortaleçam práticas pedagógicas ambientalmente comprometidas, capazes de promover uma alfabetização ecológica desde a infância.
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Referências
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