https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/issue/feed Conexão ComCiência 2025-03-23T19:45:47-03:00 Revista Conexão ComCiência conexao.comciencia@uece.br Open Journal Systems <p>A revista <strong>Conexão ComCiência</strong>, vinculada aos grupos de ensino, pesquisa e extensão Crateús ComCiência e EPTEDUC, é um periódico de abordagem multi e interdisciplinar que visa a socialização das produções científicas nas diversas áreas do conhecimento. Ela é dirigida aos Professores da Educação Básica, Licenciandos, Pós-Graduandos e Professores do Ensino Superior que desejem publicizar suas investigações e experiências de formação. </p> <p><span style="vertical-align: inherit;">e-ISSN: <strong>2763-5848</strong></span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="font-weight: 400;">DOI </span><strong>10.52521</strong></span></p> https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14768 Ensino de Ciências em Espaços Não Formais: Relato de Experiência com Alunos do Ensino Fundamental em uma Usina Hidrelétrica 2025-03-23T19:45:11-03:00 Diana Denise Radiske Müller dianaradiskemuller@gmail.com <p>O objetivo do estudo versa em descrever a utilização do Espaço não Formal institucionalizado "Usina Hidrelétrica” como alternativa pedagógica para o Ensino de Ciências no Ensino Fundamental. O estudo, de abordagem qualitativa, foi desenvolvido com alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II de uma Escola Municipal de Ensino Fundamental, no centro do município de Agudo/RS. As ações e a análise dos dados da pesquisa envolveram as etapas de preparação, execução e encerramento de uma expedição investigativa no espaço da Usina Hidrelétrica Dona Francisca. A aula na usina possibilitou diversos conhecimentos, da teoria à prática, referentes ao estudo da energia elétrica, bem como da segurança, dos riscos e dos impactos ambientais e sociais de construção de uma usina hidrelétrica. Assim, a utilização de espaços não formais podem contribuir com o ensino formal, potencializar o aprendizado, além de oportunizar vivências, experiências além da do espaço escolar.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Diana Denise Radiske Müller https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14454 Reflexões sobre o ensino de Astronomia em espaços de educação não formal 2025-03-23T19:45:40-03:00 Gleici Kelly de Lima limakellygleici@gmail.com Rodolfo Langhi rodolfo.langhi@unesp.br Marcos Daniel Longhini marcos.longhini@ufu.br Fábio Rafael Herpich fabio.herpich@ast.cam.ac.uk <p>Este artigo tem como objetivo discutir a importância dos espaços de educação não formais, tais como observatórios e planetários, no ensino de Astronomia. Primeiramente, apresenta-se um levantamento teórico sobre o que é a educação não formal, seus objetivos e sujeitos, desembocando nos espaços de educação não formal de ensino da Astronomia. Posteriormente, partindo da teoria bachelardiana, é apresentado um ensaio teórico sobre a conceituação de espaço e lugar e como essa relação contribui na reflexão acerca dos espaços legitimados do saber astronômico. Por fim, por meio de dois relatos de experiências realizados em um Observatório Astronômico, é apresentada a interlocução teoria-prática para pensar a educação não formal e seus espaços.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Gleici Kelly de Lima, Rodolfo Langhi, Marcos Daniel Longhini, Fábio Rafael Herpich https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14673 Ensino de Química para além da sala de aula: análise dos espaços não formais de educação com o foco na Estação de Tratamento de Água da Universidade Federal de Viçosa 2025-03-23T19:45:28-03:00 Bruna Rezende Magiole bruna.magiole@ufv.br Victória Lessa da Silva victoria.lessa@ufv.br Vinicius Catão de Assis Souza vcasouza@ufv.br <p>O presente trabalho buscou investigar as potencialidades da Estação de Tratamento de Água da Universidade Federal de Viçosa (ETA-UFV) como um espaço não formal de educação sociocientífica e ambiental, tendo o foco no ensino de Química. Para tanto, foram acompanhadas visitas à ETA-UFV realizadas por 112 estudantes (quatro turmas da 2ª Série do Ensino Médio), de uma escola pública no município de Viçosa (MG), de modo a ser possível compreender a estrutura do espaço e a organização das visitas. Posteriormente, aplicamos um questionário destinado aos alunos que participaram da atividade, buscando com ele avaliarmos as impressões sobre a experiência vivenciada. A análise das respostas, baseada na metodologia de Análise de Conteúdo de Bardin, apontou a ETA-UFV como um espaço potente para a divulgação científica, além de favorecer a aprendizagem de novos conceitos químicos. Destacamos ainda que a visita mediada permitiu fomentar relevantes reflexões no que tangem os aspectos socioambientais.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Bruna Rezende Magiole, Victória Lessa da Silva, Vinicius Catão de Assis Souza https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14762 A Inclusão de crianças surdas no Clube do Pesquisador Mirim do Museu Paraense Emílio Goeldi 2025-03-23T19:45:15-03:00 Tâmara do Carmo Rego Pereira tamara.dcr.pereira@aluno.uepa.br Jéssica Silva da Silva jessicaa26silva@gmail.com Willian Silva Barbosa willian.biologia1@gmail.com Jacirene Vasconcelos de Albuquerque jacirene@uepa.br <p>Trata-se de um artigo sobre a inclusão de crianças deficientes auditivas em um espaço de educação não formal, o Clube do Pesquisador Mirim (CPM) no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Objetivou-se investigar os desafios da inclusão em uma turma do CPM, as adaptações necessárias nas atividades e os impactos dessa inclusão ao ambiente do MPEG. Adotou-se uma abordagem qualitativa, descritiva, do tipo estudo de caso. A investigação foi conduzida com dois grupos de crianças da mesma faixa etária e nível escolar, sendo um grupo controle e um experimental. Os dados foram coletados pela observação participante e analisados pela técnica de Análise de Conteúdo. Como resultados, identificou-se as potencialidades de ambos os grupos, além do nível de entrosamento, participação e interesse nas atividades. A vivência demonstra que com o auxílio de intérprete, estratégias pedagógicas adaptadas e profissionais qualificados, é possível realizarmos a inclusão de surdos na educação não formal.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Tâmara do Carmo Rego Pereira, Jéssica Silva da Silva, Willian Silva Barbosa, Jacirene Vasconcelos de Albuquerque https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14776 Espaços não formais como ambientes de aprendizagem da Geografia: Um relato de experiência da realização de oficinas no CRAS Nazareth Assis 2025-03-23T19:45:04-03:00 Aílla Andrade Sousa andradeailla@gmail.com Jaqueline Costa dos Santos jaquelinec10m@gmail.com <p>Os espaços não formais de aprendizagem são como um grande laboratório de experiências geográficas que, muitas vezes, não são valorizadas pela comunidade e professores. Utilizando a abordagem qualitativa, combinou-se na análise bibliográfica sobre o ensino e aprendizagem da Geografia, com as especialidades da educação não formal para a realização das oficinas. Assim, o presente artigo tem como finalidade evidenciar a importância da educação não formal através de metodologias ativas no processo de ensino e aprendizagem, bem como relatar a experiência de práticas pedagógicas desenvolvidas numa oficina realizada no CRAS Nazareth Assis, localizado no Bairro São Benedito, na cidade de Santo Antônio de Jesus/BA. Na pesquisa, percebeu-se que os encontros realizados contribuíram significativamente no processo formativo dos participantes e mediadores, cooperando para troca de saberes e conhecimentos entre os agentes envolvidos nesse processo.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Aílla Andrade Sousa, Jaqueline Costa dos Santos https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14391 AÇÕES EDUCATIVAS PARA A PREVENÇÃO E COMBATE AO COVID-19 2025-03-23T19:45:44-03:00 Silara Fonseca silara10@hotmail.com Suzete Rosana de Castro Wiziack suzete.wiziack@ufms.br <p>A proliferação do SARS-CoV-2 coronavírus, pelo mundo é considerada a maior pandemia do século XXI, situação que tem afetado os países em seus diferentes setores e aspectos da vida em sociedade, motivo esse que tem impulsionado mudanças significativas e emergenciais, inclusive na educação. O texto tem como objetivo relatar uma experiência de implementação de ações educativas sobre medidas de controle ao coronavírus resultantes de atividades desenvolvidas na disciplina de ciências da natureza, no ensino fundamental entre os meses de março e abril de 2021, com alunos matriculados do 6º ano ao 9º ano, da escola Municipal Indígena Pólo Pílad Rebuá, com idades variando dos 11 aos 16 anos. O trabalho envolveu o conhecimento sobre a pandemia, a transmissão da doença os cuidados a serem tomados na Aldeia Passarinho e culminou com a produção de cartazes confeccionados pelos alunos. Os estudantes abordaram nos cartazes, sobretudo os assuntos relacionados aos cuidados que devem ser tomados para evitar a contaminação e a transmissão do vírus e servira, para dar a escola maior suporte e esclarecimento sobre atitudes conscientes que preservem a saúde dos indígenas e seus familiares.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Silara Fonseca, Suzete Rosana de Castro Wiziack https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14647 Influência da participação em um acampamento de ciências na compreensão da natureza das ciências 2025-03-23T19:45:32-03:00 Natalia Candido Vendrasco natalia.candido@uc.cl David Santibañez dsantibanez@uft.cl <p>Este estudo busca esclarecer a influência da participação em um acampamento de ciências sobre a compreensão da Natureza da Ciência (NOS) por um grupo de estudantes chilenos. A amostra é composta por 39 alunos, com idades entre 15 e 18 anos, provenientes de escolas municipais da Região Metropolitana. Os acampamentos incluíram oficinas explícitas e reflexivas sobre a NOS e o desenvolvimento de uma investigação científica. As opiniões dos alunos sobre a NOS foram coletadas antes e depois da intervenção usando o questionário VNOS-D e entrevistas. Os resultados indicam que os alunos desenvolveram entendimentos mais informados sobre a maioria dos aspectos da NOS após a participação no acampamento; no entanto, alguns aspectos foram mais resistentes à mudança.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Natalia Candido Vendrasco, David Santibañez https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14747 Relato de experiência do Grupo Tubo de Ensaio na perspectiva da educação não formal do ensino de Química 2025-03-23T19:45:20-03:00 Francisco Furtado Líns furtado.lins@uece.br Anne Gabriella Dias Santos Caldeira annegabriella@uern.br Antônio Márcio Alves dos Santos antmar.alves@aluno.uece.br Francisco Bernardo Rodrigues Braga bernardo.braga@aluno.uece.br <p>Este relato de experiência objetivou explorar o impacto do Tubo de Ensaio na formação acadêmica de seus membros, destacando as contribuições do grupo para o desenvolvimento de habilidades pedagógicas, comunicativas, críticas e despertar o interesse dos alunos das escolas de ensino fundamental e médio para o estudo da Química, através da educação não formal, empregando a metodologia do teatro científico. O estudo é descritivo e segue o formato de relato de experiência, baseado nas vivências adquiridas. O grupo visa integrar arte e ciência, popularizando o conhecimento científico por meio de apresentações teatrais em escolas, principalmente na região de Itapipoca, Ceará. A experiência preparou os participantes para os desafios futuros, tornando-os profissionais mais completos e versáteis, com habilidades e conhecimentos aplicáveis em diversas áreas da educação e ciência, como também contribuiu para o ensino da Química de forma lúdica e acessível.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Francisco Furtado Líns, Anne Gabriella Dias Santos Caldeira, Antônio Márcio Alves dos Santos, Francisco Bernardo Rodrigues Braga https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14770 AS POSSIBILIDADES E OS DESAFIOS NO MANEJO SANITÁRIO DE AVES: UM ESTUDO REALIZADO NO SINDICATO DE TRABALHADORES (AS) DA AGRICULTURA FAMILIAR DE ANDORINHA, BAHIA. 2025-03-23T19:45:08-03:00 KARINA DE ARAÚJO ROCHA karina.araujo2028@gmail.com Rosângela Caires Viana rosangela.viana@ifbaiano.edu.br Izabela Azevedo izabela.azevedo@ifbaiano.edu.br <p>O artigo relata a experiência do estágio supervisionado III do curso de Licenciatura em Ciências Agrárias do IF Baiano, campus Senhor do Bonfim, realizado no Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar de Andorinha (SINTRAF), entre 18/09/2024 e 18/12/2024. Voltado para espaços não formais de educação, o estágio integrou conhecimentos das Ciências Agrárias com práticas de Educação do Campo e Extensão Rural. O objetivo norteador foi compreender os desafios e as possibilidades no manejo sanitário de aves na agricultura familiar, visando à implementação de ações de assistência técnica. Adotou-se como estratégia metodológica a abordagem qualitativa e a pesquisa-ação, com palestras e entrevistas para identificar práticas e demandas locais. Os resultados apontaram manejo predominante de aves soltas, falta de vacinação e controle de vetores, destacando a necessidade de práticas sanitárias mais eficazes. Essa troca de conhecimentos com os agricultores (as) proporcionou uma experiência teórico prática valiosa na vivência do estágio supervisionado.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p> <p>Palavras-chaves: Agricultura Familiar; Espaço não formal da educação; Estágio Supervisionado; Manejo sanitário; Prática reflexiva.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 KARINA DE ARAÚJO ROCHA, Rosângela Caires Viana, Izabela Azevedo https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14610 Teatro como Educação Não Formal 2025-03-23T19:45:37-03:00 Gabriel Fontoura Motta ogabrielfontoura@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Este estudo investiga como o Teatro, enquanto prática de Educação Não Formal, contribui para a transformação humana através da Sensibilidade Pedagógica em processos criativos. A pesquisa, realizada no contexto do curso autoral de teatro com ensino de idiomas online </span><em><span style="font-weight: 400;">¿Hablas Español?</span></em><span style="font-weight: 400;">, incluiu a produção do audiodrama </span><em><span style="font-weight: 400;">Los Ciegos</span></em><span style="font-weight: 400;"> e contou com participantes 60+ do programa de extensão “universIDADE” da Unicamp. Utilizando o Teatro do Oprimido de Augusto Boal e os Jogos Teatrais de Viola Spolin em videochamadas, o projeto propõe uma abordagem horizontal entre educador e participantes, rompendo com as máscaras sociais, vistas nos “Jogos da Verdade” de Foucault (1990). O teatro é explorado como Metodologia Ativa para enfrentar os impactos do “Capitalismo Cognitivo” (Rolnik, 2006), estimulando criatividade e expressão crítica. Alinhado ao 4º ODS da ONU, os resultados indicam redução de isolamento, desbloqueio criativo e conscientização sobre fake news, promovendo uma formação integral e crítica em um mundo conectado.</span></p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Gabriel Fontoura Motta https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14688 Emoções e Afetividade no Ensino-Aprendizagem de Inglês por Idosos 2025-03-23T19:45:26-03:00 Didiê Ana Ceni Denardi didie@utfpr.edu.br Cássia Rita Sorgetz Pastore cassiapastore73@gmail.com Francieli Bressiani Ferreira francieli.ferreira@escola.pr.gov.br <p><span style="font-weight: 400;">O estudo apresentado neste artigo teve como objetivo compreender as percepções dos participantes adultos e idosos, que participaram do “Curso de Extensão Inglês para Idosos”, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), </span><em><span style="font-weight: 400;">Campus</span></em><span style="font-weight: 400;"> Pato Branco em 2023, sobre as influências emocionais e afetivas na aprendizagem de inglês, como língua adicional. Os dados foram gerados por meio da aplicação de um questionário composto por 16 perguntas objetivas de múltipla escolha, concernentes ao perfil e conhecimento prévio dos aprendizes, bem como a fatores emocionais e afetivos que pudessem interferir na participação e aprendizagem destes aprendizes nas aulas de inglês. As respostas do questionário foram analisadas, com base nos estudos de Lima e Soares (2019), Adão (2013), Pereira (2005), dentre outros. Os resultados obtidos evidenciam que os aprendizes idosos sentiram-se bem, acolhidos em suas subjetividades e engajados no contexto de ensino de língua inglesa, como língua adicional, podendo desenvolver-se linguística, social e culturalmente.</span></p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Didiê Ana Ceni Denardi, Cássia Rita Sorgetz Pastore, Francieli Bressiani Ferreira https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14767 Quando o Mario Sobe ao Palco: 2025-03-23T19:45:13-03:00 Diego Brito Bezerra dbrez163@yahoo.com.br Fernando Lira Ximenes fernandoliraximenes@gmail.com Amidete Melo de Aguiar amideteaguiar@gmail.com Hermenegildo Feitosa Gomes gldfeitosa@gmail.com <p>A oficina teatral explorada neste estudo utiliza imagens gráficas de animações e videogames para envolver participantes em uma experiência educativa não formal, focada no desenvolvimento de expressividade corporal e criatividade. Ao transformar personagens e cenários virtuais em exercícios cênicos, a prática proporciona um ambiente dinâmico para o aprendizado de artes cênicas fora da sala de aula tradicional. A abordagem promove a interação e apropriação cultural desses elementos visuais, estimulando a formação artística através de jogos teatrais. Este artigo discute a metodologia, execução e impactos da oficina, ressaltando sua relevância para a educação contemporânea.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Diego Brito Bezerra, Fernando Lira Ximenes, Amidete Melo de Aguiar, Hermenegildo Feitosa Gomes https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14396 As dimensões pedagógicas observadas no uso dos espaços não formais para o ensino de ciências 2025-03-23T19:45:42-03:00 Ana Karoline Damasceno Santos anakarolinedamasceno@gmail.com Ana Cristina Pimentel Carneiro de Almeida anacrispimentel@gmail.com <p>As pesquisas em espaços não formais têm ampliado seu contexto de atuação, em especial no ensino de ciências, com foco na formação de professores. A presente investigação teve como objetivo: identificar as dimensões pedagógicas no uso dos espaços não formais e como estes podem auxiliar professores em formação inicial no planejamento estratégico e pedagógico para o ensino de ciências. A pesquisa é de cunho qualitativo, do tipo intervenção pedagógica e ocorreu durante o Estágio Docência em uma turma de Licenciatura para os anos iniciais, de uma instituição pública, no Estado do Pará. O método de análise dos dados foi a Análise Textual Discursiva. Foram identificadas, como categorias, três dimensões pedagógicas: a) 1ª Dimensão pedagógica: relação de complementaridade; b) 2ª Dimensão pedagógica: compreensão sobre o espaço não formal; c) 3ª Dimensão pedagógica: visitação ao espaço não formal. As atividades desenvolvidas proporcionaram o conhecimento de elementos importantes a serem considerados na elaboração de uma visita pedagógica, auxiliando no processo de planejamento, organização e de seu desenvolvimento em espaço não formal, mostrando-se relevante na formação inicial de professores que ensinam ciências.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Ana Karoline Damasceno Santos, Ana Cristina Pimentel Carneiro de Almeida https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14656 Entre ciência e educação 2025-03-23T19:45:30-03:00 André Benaquio Galvão galvao.ab@gmail.com <p>Este trabalho tem como objetivo discutir o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (MBML), localizado em Santa Teresa – ES, como um espaço de educação não formal, por meio de uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em revisão de literatura. Inicialmente criado com foco principalmente na pesquisa, o MBML ampliou sua atuação, se tornando um centro de educação ambiental e popularização da ciência. Hoje é um atrativo turístico com mais de 100 mil visitantes anuais que oferece ao público visitas monitoradas pelo parque zoobotânico e histórico, atendendo, principalmente, grupos escolares, sob agendamento. Além disso, também prepara atividades de popularização da ciência, como feiras, exposições, entre outras, para a disseminação do conhecimento sobre a biodiversidade da Mata Atlântica e para a conscientização ambiental. Essas características fazem do MBML um espaço de educação não formal com grande potencial, que pode ser amplamente explorado por sua gestão, pelas escolas e pela sociedade.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 André Benaquio Galvão https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14756 O O ensino não formal lúdico para crianças e adolescentes hospitalizados: Uma abordagem sobre o mundo mágico dos insetos em um hospital universitário 2025-03-23T19:45:18-03:00 Maria Eduarda Vivolo Perciliano dudavivolo0.2@gmail.com Guilherme Felipe de Figueiredo guilhermefelipef20@gmail.com Poliana Barbosa da Riva pbriva@uem.br <p><span style="font-weight: 400;">A escola pode ser considerada o principal espaço de ensino aprendizagem, embora, os espaços não-formais de ensino vem ganhando notoriedade em estudos e pesquisas no ensino de Ciências, pois estes extrapolam os limites dos muros das escolas e reforçam as relações sociais, culturais, econômicas, etc. dos sujeitos aprendizes. Pensando no lúdico e no ensino de ciências de pacientes crianças e adolescentes internados, este trabalho tem como objetivo descrever a atividade intitulada </span><em><span style="font-weight: 400;">O mundo mágico dos insetos</span></em><span style="font-weight: 400;">, realizada em um hospital universitário de Maringá (PR). Foi possível verificar que tal atividade possibilitou a continuidade do ensino e permitiu que crianças e/ou adolescentes internados consigam ter o acesso à educação, compreendendo, através do diálogo, a morfologia e a importância econômica, social, cultural, ambiental e ecológica dos insetos.</span></p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Maria Eduarda Vivolo Perciliano, Guilherme Felipe de Figueiredo, Poliana Barbosa da Riva https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14771 O MUDI-UEM como espaço de aprendizagem para licenciandos em Pedagogia: 2025-03-23T19:45:06-03:00 Rauana Santander rauana.pedagogia@gmail.com Poliana Barbosa da Riva poliana_dariva@yahoo.com.br <p>Esta pesquisa teve como objetivo investigar as experiências pré e pós visita didática de 25 licenciandos do curso de Pedagogia ao MUDI-UEM, a fim de investigar as suas reflexões sobre o museu como recurso e espaço não-formal para o ensino de Ciências nos anos iniciais. Para isso, foram aplicados dois questionários: um pré-questionário, aplicado anteriormente à visita didático-pedagógica, e um pós-questionário, aplicado posteriormente.&nbsp; Inicialmente, foi verificado que, apesar do MUDI-UEM ser um dos espaços da universidade, a maioria dos graduandos não conheciam esse local. Contudo, os licenciandos foram capazes de elencar competências, habilidades, vantagens e desvantagens do uso do museu como espaço de ensino e aprendizagem, verificando as suas potencialidades. Por fim, de modo geral, os licenciandos concluíram que, assim como as escolas, os espaços não-formais são espaços que possibilitam diálogos acerca de questões cotidianas e a ludicidade no processo educacional.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Rauana Santander, Poliana Barbosa da Riva https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14249 A CONTRIBUIÇÃO DE PEDRO CARDOSO, 'SEU ROQUE', NA PROMOÇÃO DA SAÚDE INFANTIL NA ILHA DE SANTANA – AP 2025-03-23T19:45:47-03:00 Juliana de Lima Melo julianallnsmelo@gmail.com Vitor Sousa Cunha Nery vitor.nery@ueap.edu.br <p>O estudo de Pedro Cardoso, ou "Seu Roque", enfatiza a importância das práticas tradicionais de cura na saúde comunitária da Ilha de Santana, Amapá. Seu Roque, como benzedeiro, oferece tratamentos que complementam os serviços de saúde convencionais, desempenhando um papel essencial na promoção do bem-estar e na construção de confiança entre os moradores. Suas habilidades no tratamento de doenças infantis o tornaram uma figura respeitada, refletindo a interconexão entre cultura e saúde. A escolha da História Oral como metodologia é significativa, pois permite uma narrativa mais rica, valorizando vozes frequentemente marginalizadas (Thompson, 1992). Como afirmam Denzin e Lincoln (2006), essa abordagem holística promove uma compreensão mais profunda dos fenômenos sociais. Além disso, a capacidade de Seu Roque de proporcionar conforto emocional e espiritual destaca a importância das relações comunitárias. A descolonização da historiografia, proposta por Dussel (1993), é vital para reconhecer e valorizar saberes locais, desafiando narrativas que frequentemente ignoram essas prática</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Juliana de Lima Melo, Vitor Sousa Cunha Nery https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14618 A extensão universitária como espaço-tempo da popularização da Ciência e da Formação de Professores 2025-03-23T19:45:35-03:00 Charles Guidotti charles.guidotti@gmail.com Sthefani dos Santos Silva sthefani60434@gmail.com <p>Este artigo apresenta a Mostra de Ciências e do Conhecimento de Santo Antônio da Patrulha (MCCSAP) como uma iniciativa de extensão universitária que promove a popularização da ciência e a formação de professores no litoral norte do Rio Grande do Sul. Desde 2009, o projeto articula escola e universidade, fomentando a iniciação científica e a reflexão pedagógica por meio de feiras e mostras científicas. A MCCSAP destaca-se por seu caráter interdisciplinar e pela valorização dos processos formativos que envolvem docentes e discentes da Educação Básica. Este estudo reflete sobre o papel das feiras e mostras científicas como espaços de comunicação, intercâmbio de saberes e democratização do conhecimento, enfatizando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Charles Guidotti, Sthefani dos Santos Silva https://revistas.uece.br/index.php/conexaocomciencia/article/view/14743 Aprendizagem e Candomblé 2025-03-23T19:45:23-03:00 Alessandra Gomes alessandramedicinaufmg@gmail.com Vanessa Linke vanessa.linke@univasf.edu.br <p>Os espaços religiosos constituem-se enquanto relevantes nas construções de dinâmicas sociais entre grupos culturais, sendo assim espaço importante na conformação de saberes, de condutas, corpos e paisagens. Nestes processos, são envolvidos diferentes corpos, matérias, materiais e existências que juntos conformam a paisagem do terreiro, a criam cotidianamente através dos tempos. Este artigo tem por objetivo refletir, no contexto de um terreiro de Candomblé sobre as relações que existem entre corpos, seres e coisas no processo de aprendizagem dos filhos e filhas de <em>Òrìṣà</em>, a partir da autoetnografia como princípio metodológico. O aprendizado no terreiro de Candomblé leva o devoto à uma educação do corpo, das características físicas e sutis das matérias, ao entendimento da vida coletiva e compartilhada. Cada um destes elementos envolvidos nas práticas cotidianas e rituais possuem papel ativo na educação dos filhos e filhas de <em>Òrìṣà</em>, sendo seus corpos substâncias de criação e manutenção do <em>Àse</em>.</p> 2025-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Alessandra Gomes, Vanessa Linke