O brincar como ferramenta de desenvolvimento experiências na Apae Sobral

Conteúdo do artigo principal

Samira Souza Gonçalves
Francisca Shirley da Silva Costa

Resumo

Este trabalho objetiva relatar as experiências do grupo Práxis, composto por bolsistas do Programa de Educação Tutorial (PET) do Curso de Pedagogia UVA, na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais na cidade de Sobral, Ceará. O PET objetiva principalmente promover ações formativas e colaborativas que integrem teoria e prática nos espaços parceiros, fortalecendo a atuação acadêmica e social dos bolsistas. O trabalho tem como foco o olhar das bolsistas sobre o brincar das crianças atendidas na sala de psicopedagogia e como essa ação pode ser uma ferramenta de desenvolvimento infantil, ao refletir sobre o que a criança aprende e demonstra enquanto brinca. As ações pedagógicas foram realizadas com crianças de 4 a 12 anos de idade diagnosticadas com deficiências intelectuais, múltiplas ou transtorno do desenvolvimento neurológico, com destaque para o Transtorno do Espectro Autista. O diálogo com a psicopedagoga responsável pelos atendimentos foi essencial para a realização do estudo.

Detalhes do artigo

Como Citar
Gonçalves, S. S., & Costa, F. S. da S. (2025). O brincar como ferramenta de desenvolvimento: experiências na Apae Sobral. Conexão ComCiência, 6(1). https://doi.org/10.52521/revccc.v6i1.16648
Seção
Práticas educativas na Educação Básica e no Ensino Superior (2026)
Biografia do Autor

Samira Souza Gonçalves, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Acadêmica de Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, bolsista do Programa de Educação Tutorial - PET.

Francisca Shirley da Silva Costa, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Acadêmica de Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, bolsista do Programa de Educação Tutorial - PET.

Referências

APAE BRASIL, Federação Nacional das APAES. Quem somos, 2023. Disponível em: https://apaebrasil.org.br/conteudo/quem-somos . Acesso em: 16 jul. 2025.

BARBOZA, Letícia; VOLPINI, Maria Neli. O faz de conta: simbólico, representativo ou imaginário. Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, v. 2, n. 1, p. 1-12, 2015. Disponível em: https://unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/cadernodeeducacao/sumario/35/06042015200208.pdf Acesso em: 16 jul. 2025.

BARRERA, Sylvia Domingos. O uso de jogos no contexto psicopedagógico. Revista Psicopedagogia, v. 37, n. 112, p. 64-73, 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Manual de orientações básicas. Brasília: MEC, 2006. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=338-manualorientabasicas&category_slug=pet-programa-de-educacao-tutorial&Itemid=30192. Acesso em: 16 jul. 2025.

GARVEY, Catherine. A brincadeira: a criança em desenvolvimento. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.

GODOY, Arlida Schmidt. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de administração de empresas, v. 35, p. 57-63, 1995.

MARRAFON, Débora Luciana; DA SILVA, Patrícia Arruda. Brincar é preciso. Revista científica eletrônica de ciências sociais aplicadas da Eduvale. Publicação científica da Faculdade de Ciências Sociais aplicadas do Vale de São Lourenço-Jaciara/MT, v. 5, n. 07, p. 1-7, 2012.

ROLIM, Amanda Alencar Machado; GUERRA, Siena Sales Freitas; TASSIGNY, Mônica Mota. Uma leitura de Vygotsky sobre o brincar na aprendizagem e no desenvolvimento infantil. Revista Humanidades, v. 23, n. 2, p. 176-180, 2008.

SARMENTO, Teresa; FERREIRA, Maria Clara. O brincar na infância é um assunto sério. Porto: Porto Editora, 2017.

ZEN, CAMILA CRISTIANE; OMAIRI, CLAUDIA. O modelo lúdico: uma nova visão do brincar para a terapia ocupacional. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, v. 17, n. 1, 2009.