A postulação da imanência e suas consequências no ético e no hermenêutico, em Benedictus de Spinoza

Autores

  • José Soares das Chagas Mestrando em Filosofia na UECE

Palavras-chave:

Imanência. Ética. Hermenêutica.

Resumo

A obra de Benedictus de Spinoza está toda fundada na pressuposição da ordem imanentista da realidade. Esta forma de conceber o mundo advém das considerações feitas por ele acerca das aporias cartesianas, que pretendiam explicar o real postulando três substância:  res-extensa (coisa extensa); a res-cogitans (coisa pensante); e Deus, princípio criador das outras duas. Para Spinoza, só há uma única substância, Deus sive nature, que, sendo causa sui, produz todas as coisas ao se autoproduzir. Tal postulação terá repercussões em seu pensamento ético (ao negar o livre arbítrio e ao conceber o corpo como fonte de verdade filosófica) e hermenêutico (ao propor um interpretação, cuja base argumentativa é o próprio texto em questão).

Biografia do Autor

José Soares das Chagas, Mestrando em Filosofia na UECE

Bolsista da FUNCAP e mestrando em “Ética fundamental e filosofia social e política” do Curso de mestrado acadêmico em filosofia (CMAF) da Universidade Estadual do Ceará – UECE. Também integra o GT-Benedictus de Spinoza vinculado ao mesmo curso.

Arquivos adicionais

Publicado

2009-02-03

Como Citar

Chagas, J. S. das. (2009). A postulação da imanência e suas consequências no ético e no hermenêutico, em Benedictus de Spinoza. Revista Conatus - Filosofia De Spinoza (ISSN 1981-7509), 3(6), 33–40. Recuperado de https://revistas.uece.br/index.php/conatus/article/view/4742