Razão, Conatus e Afetos:

o caminho spinozano para a liberdade

Autores

  • Kivina Ribeiro Universidade Estadual do Ceará (UECE)

DOI:

https://doi.org/10.52521/conatus.v17i28.16211

Palavras-chave:

Spinoza. Liberdade. Beatitude. Intelecto. Afetos

Resumo

O artigo investiga a concepção spinozana de liberdade e beatitude, destacando o aperfeiçoamento do intelecto e a ordenação dos afetos. Para Spinoza, a verdadeira liberdade não é escolha arbitrária, mas compreensão racional da ordem necessária da Natureza, afastando-se dos afetos passivos. O conhecimento adequado permite substituir ideias inadequadas por claras e distintas, conduzindo à beatitude, alegria duradoura e independente de bens externos. O conatus, esforço de perseverar no existir, articula-se à ordenação dos afetos: enquanto os passivos geram servidão, os ativos, guiados pela razão, aumentam potência e bem-estar. A vida racional, mediada pela razão, torna-se caminho para a verdadeira liberdade e realização da essência humana.

Biografia do Autor

Kivina Ribeiro, Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Graduada em Filosofia e mestranda em Filosofia na Universidade Estadual do Ceará – UECE.

Referências

SPINOZA, Benedictus de. Tratado da reforma do intelecto. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Pensadores).

SPINOZA, Benedictus de. Ética. 2. ed. Tradução de Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

Arquivos adicionais

Publicado

04-01-2026

Como Citar

Ribeiro, K. (2026). Razão, Conatus e Afetos: : o caminho spinozano para a liberdade. Revista Conatus - Filosofia De Spinoza (ISSN 1981-7509), 17(28), 81–87. https://doi.org/10.52521/conatus.v17i28.16211