Notas para a história da circulação de impressos e leituras libertárias no Brasil e em Portugal no século XX.
Resumo
O presente artigo objetiva analisar o lugar que a circulação de impressos e as práticas de leitura tiveram na autoformação, informação e intervenção social promovidas por militantes anarquistas entre Brasil e Portugal nas primeiras décadas do século XX. Destacamos o papel das práticas educativas e culturais do movimento libertário como um destacado traço de sua militância, uma vez que sua própria concepção de transformação social passava pela necessidade de uma mudança de sensibilidades, e da formação de homens e mulheres comprometidos com os valores da liberdade, do apoio-mútuo e do antiautoritarismo. Apoiados em uma História do Livro e da Leitura, abordamos periódicos, livros, brochuras, boletins, correspondências e discutimos seu papel na formação das consciências contestatórias libertárias.
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