SEU GARÇOM ME EMPRESTA ALGUM DINHEIRO QUE EU DEIXEI O MEU COM O BICHEIRO:
UM TAL MANÉ COCO E A SOCIABILIDADE COM OS PADEIROS NO CAFÉ JAVA
Parole chiave:
Cafés, Práticas Letradas, Sociabilidade, Mané Coco, Padaria EspiritualAbstract
O objetivo principal deste artigo é analisar as práticas em Quiosques e Cafés de Fortaleza, que geraram redes de sociabilidade nestes locais. Essas práticas urbanas redefinem os Cafés, fazendo com que não possam ser observados somente como espaços de comércio, a partir disto são criadas também práticas de distinção, por parte de intelectuais que buscam se destacar naqueles espaços e dar a ele a sua feição. Para tal estudo, buscamos aqui um olhar mais específico, analisando a relação a partir da tríade – Mané Coco, Java e os padeiros. Essa relação acaba atravessando a história dos cafés da cidade na transição do século XIX para o XX, possibilitando estudar como um grupo de intelectuais se manifestava ao cruzar o caminho de um proprietário vindo do interior e um espaço que buscava sobreviver em meio as transformações da capital cearense.
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