v. 29 n. 1 (2019): Revista Ciência Animal
Artigos Originais

PARÂMETROS SEMINAIS DE CAPRINOS TRANSGÊNICOS E NÃO TRANSGÊNICOS PARA O FATOR ESTIMULANTE DE COLÔNIA DE GRANULÓCITOS HUMANO

Beatriz Mano e SILVA
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)
Luiz Antonio Moreira MIRANDA
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)
Thais Thatiane dos santos SOUZA
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)
Wasim Al SHEBLI
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)
Luciana Magalhães MELO
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)
Vicente José de Figueirêdo FREITAS
Laboratório de Fisiologa e Controle da Reprodução, Faculdade de Veterinária, (UECE)

Publicado 2023-08-04

Palavras-chave

  • caprinos trangênicos,
  • sêmen,
  • espermatozoide,
  • proteína recombinante

Como Citar

E SILVA, B. M.; MIRANDA, L. A. M.; SOUZA, T. T. dos santos; SHEBLI, W. A.; MELO, L. M.; FREITAS, V. J. de F. PARÂMETROS SEMINAIS DE CAPRINOS TRANSGÊNICOS E NÃO TRANSGÊNICOS PARA O FATOR ESTIMULANTE DE COLÔNIA DE GRANULÓCITOS HUMANO. Ciência Animal, [S. l.], v. 29, n. 1, p. 30–36, 2023. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/cienciaanimal/article/view/11055. Acesso em: 10 jan. 2026.

Resumo

A espécie caprina tornou-se um excelente modelo animal objetivando a produção de proteínas recombinantes no leite. A obtenção de machos fundadores transgênicos é importante, pois os mesmos permitem aumentar o número de crias transgênicas pelo simples uso da inseminação artificial. Este trabalho teve por objetivo, comparar a parâmetros seminais de machos caprinos transgênicos (TG) e não transgênicos (NTG) para o Fator Estimulante de Colônia de Granulocítos humano (hG-CSF). Para tanto, semanalmente, foram colhidas amostras de sêmen de todos os animais através de vagina artificial. Foram avaliados os seguintes parâmetros: volume, motilidade massal, concentração espermática, motilidade individual progressiva (MIP), vigor e patologias espermáticas. Foram observadas diferenças estatísticas somente para volume e MIP, os quais tiveram valores superiores (p<0,05) nos animais TG. Observou-se também, em ambos os grupos, um pequeno percentual de patologias espermáticas (<2%), sem diferença estatística (p>0,05). Em conclusão, a presença do transgene não afetou a qualidade do sêmen favorecendo e contribuindo para formação de um rebanho transgênico.

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Referências

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