https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/issue/feed Polymatheia - Revista de Filosofia 2022-09-02T16:16:59-03:00 Gabriel Kafure da Rocha revista.polymatheia@uece.br Open Journal Systems <p>A revista de Filosofia <strong>Polymatheia</strong> foi criada em 2007 segundo a iniciativa de alunos e professores do <strong>Curso de Mestrado Acadêmico em Filosofia - CMAF da Universidade Estadual do Ceará - UECE</strong> com o intuito de fomentar a pesquisa e a publicação de alunos recém-ingressos nos programas de pós, bem como de professores no que diz respeito ao âmbito no pensamento filosófico. Desde sua criação, os editores da revista vêm se empenhando para trazer aos leitores, semestralmente, novas edições com artigos inéditos de pesquisadores de todo o Brasil. Oferecendo assim a divulgação da pesquisa de autores que submetem seus artigos para avaliação da revista.</p> <p><strong>ISSN: 1984-9575</strong></p> <p><strong>&nbsp;Qualis B4</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8688 Apresentação 2022-08-31T22:25:09-03:00 Gabriel Kafure da Rocha gabriel.kafure@uece.br 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8375 La Cena de le Ceneri 2022-06-29T11:38:16-03:00 Raimundo Pedro Justino de Orlanda pedrorlanda@gmail.com <p>O filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600) apresenta em sua obra <em>La cena de le ceneri</em>, uma nova organização do universo, indo além do que já havia dito o filósofo renascentista Nicolau Copérnico (1473-1543). A obra originalmente em italiano foi publicada no ano de 1584, quando Bruno estava em Londres, e pode ser considerada a mais importante dos diálogos italianos publicados pelo nolano. Pelo fato de que nela o autor aponta as bases de todo seu pensamento, pois além de abordar a sua nova &nbsp;filosofia que irá discutir sobre os aspectos cosmológicos, que mais adiante será solidificada em outras obras, como também o nolano apresenta a sua filosofia moral ou a crítica à religião, essa é outra discussão que também é muito contundente no pensamento do nolano.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8191 Influência pré-socrática e platônica na constituição da lógica aristotélica 2022-04-29T14:57:39-03:00 Antonio Lucas Silva Uchôa lucassilvauchoa@gmail.com <p>O presente artigo trata da influência exercida por filósofos antecedentes sobre o desenvolvimento da lógica por Aristóteles, iniciando com Parmênides de Eleia e dando ênfase à dialética platônica como sua principal predecessora. Para tanto, são abordados dois aspectos da analítica aristotélica: a teoria da predicação e a teoria da argumentação. São feitos apontamentos sobre o desenvolvimento da dialética como desdobramento da doutrina eleática do ser e como método de pesquisa para a metafísica platônica; as doutrinas aristotélicas da predicação e da argumentação silogística são, por sua vez, explicitadas como amadurecimento e reflexão crítica dessas práticas de seus antecessores.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8473 Acerca da multiplicidade de belezas no Banquete de Platão 2022-07-29T07:21:32-03:00 Beatriz Saar Beatrizsaar@hotmail.com <p>O objetivo deste artigo é defender uma leitura “inclusiva” da <em>Scala Amoris</em> (210a-212b) presente no <em>Banquete</em> de Platão, na qual o amante, em sua ascensão, incorpora um número cada vez maior de objetos belos em sua esfera de preocupação erótica. Neste sentido, posiciono-me de forma contrária à leitura “exclusiva”, na qual tal ascensão implicaria o abandono do que fora anteriormente desejado.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6669 Sobre a divisão da alma em Aristóteles 2022-04-29T14:53:48-03:00 CARLA DA SILVA BARRETO carla.barreto@aluno.uece.br José Wilson da Silva zewilson.silva@uece.br THIAGO VITA BARAÚNA thiago.barauna@aluno.uece.br <p>A ética aristotélica prevê a felicidade como o bem supremo e fim a ser alcançado. Sendo, o bem supremo uma atividade da alma, o presente trabalho pretende analisar a teoria de tripartição da alma e suas ramificações. Investigar a ideia da virtude, moral e intelectual, como meio para alcançar o fim último, uma vez que, a busca pelo bem supremo é alcançado por meio da prática da perfeita virtude</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8472 Memória e interioridade em Santo Agostinho 2022-08-06T10:34:39-03:00 Ana Kelly Ferreira Souto Pinto griotrevista@gmail.com José João Neves Barbosa Vicente josebvicente@bol.com.br <p>Memória, interioridade e confissão são conceitos fundamentais para compreensão do homem como ser que clama pela felicidade numa vida fundada na verdade. Para Agostinho possuímos uma alma inquieta que continuamente deseja. Sendo este desejo comum a todas as pessoas quer saber qual a origem e como podemos alcançar a saciedade desse desejo de modo pleno. Inspirado pela ideia do “conheça a ti mesmo”, Agostinho elabora uma espécie de antropologia que investiga quem é o homem, num retorno a si cuja empreitada lançará mão dos recursos da memória, a ideia de homem interior e o papel da confissão como elemento de investigação interna para chegar a verdade.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8496 A Existência de Deus em tempos de ateísmo 2022-07-29T06:39:45-03:00 Suely Lisboa suelylisboa12@gmail.com <p>Falar em Deus, e sua existência ou não, sempre foi motivo de debates no âmbito da ciência, sobretudo na Filosofia, quer pela própria singularidade de uma crença lastreada pela fé ou mesmo a partir de uma idealização de um ente superior que protege e ao mesmo tempo pune os que não comungam dos seus preceitos. E nesse dualismo, em outro lado temos os ateus, palavra originária do termo grego <em>atheos, </em>traduzido literalmente como “sem deus”, que consiste numa visão filosófica em que é necessária uma comprovação científica da crença subjetiva da existência de um ser transcendental. É quando surgem as perguntas, se Deus existe porque ele permite tantas atrocidades no mundo? Aonde está o seu poder de “proteger”, sobretudo, os seres inocentes de contínuas práticas horrendas, inclusive em nome da religião ou de preceitos culturais característicos de cada sociedade? Por outro lado, percebemos o ateísmo ocupar cada vez mais espaços entre as sociedades contemporâneas, talvez motivados pelo descrédito nas religiões, por experiências pessoais de “falsas profecias” ou de supostas “visões divinas”, nunca comprovadas cientificamente, além do contínuo esvaziamento de fiéis das igrejas e/ou templos religiosos no atual século. Desta forma, é nesse breve relato que pretendo explicar neste artigo os problemas, mostrar os pontos críticos e a provável solução, através de justificativas dentro da Filosofia, para o tema a ser desenvolvido.&nbsp;&nbsp; &nbsp;</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8506 As Origens do método humeano 2022-07-29T06:48:41-03:00 Laiz Fidelis Ribeiro laizfidelis07@gmail.com Mateus Aragão da Cunha mateusaragão97@gmail.com <p>A intenção presente nesta pesquisa é investigar quais os principais conceitos para a fundamentação do método humeano e descobrir se para Hume o método experimental conseguiu satisfazer o que ele esperava, ter um conhecimento verdadeiro e sólido para sua filosofia sem se utilizar da metafisica tradicional. Para alcançarmos o objetivo utilizaremos a obra <em>Tratado da natureza humana</em>, que foi dividida pelo filósofo em três livros: <em>Do entendimento, Das paixões e Da moral</em>. Seu objetivo era compreender primeiramente a mente humana e suas ramificações, para que assim pudesse explicar como as paixões, juntamente com os princípios do entendimento, poderiam ser benéficos e fundamentais para os princípios morais.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8583 Educação e emancipação em Kant 2022-08-08T15:58:42-03:00 Reinaldo da Silva Souza reisouzza@mail.com <p>O presente artigo tem como objetivo abordar as concepções de educação e emancipação em Immanuel Kant. Nossa tarefa é sustentar a ideia de educação e emancipação a luz do pensamento do filósofo Immanuel Kant. Nesse sentido, se faz necessário definir esses dois termos para uma compreensão mais salutar de ambos os conceitos. Contudo, fundamentaremos no texto do autor: <em>Resposta à pergunta: O que é esclarecimento? </em><strong>(</strong>Aufklãrung)2 e a obra intitulada Sobre a pedagogia<strong><em>. </em></strong>Vale lembrar que o autor traz uma discussão sobre a importância da educação como formação, instrução. Assim, a educação passa a ter um telos que aponta para a ideia emancipação, termo esse que na perspectiva do filósofo alemão se concretiza na insurgência da liberdade e do direito, isto é, o esclarecimento, que pode ser legitimado pela educação e instrução do ser humano e assim, romper com limites da submissão e servidão humana, nesse sentido, emancipação trata-se de uma independência racional que é não somente oriunda da escola enquanto instituição que gera independência racional e crítica , mas, do próprio indivíduo que faz uso da sua racionalidade.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6638 A solução dada por Marcia Baron ao problema da simpatia na A Metafísica dos Costumes de Kant 2022-01-12T20:23:40-03:00 Hortênsia Teresa Tomaz da Silva hortensia.teresa@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivos (1) expor o problema da simpatia na <em>A Metafísica dos Costumes</em> de Kant e (2) apresentar a solução proposta por Marcia Baron para tal problema em <em>Kantian Ethics Almost Without Apology</em>.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8565 Considerações sobre o furto famélico: 2022-08-03T11:06:52-03:00 Leandro de Schmitt lmschmitt76@gmail.com Inácio Helfer lmschmitt@unisinos.br <p>O presente artigo parte de uma notícia que foi veiculada na mídia, no ano de 2021, em plena Pandemia de COVID-19, e que diz respeito ao furto de dois pacotes de massa de preparo instantâneo da marca Miojo, dois refrigerantes marca Coca-Cola e um suco em pó, totalizando o valor de R$ 21,69. A mulher acusada deste furto foi presa no dia 29 de setembro de 2021, e solta por ordem do Ministro Joel Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no dia 12 de outubro do mesmo ano. Apresentados os fatos, pretendemos enfrentar o seguinte problema: como Hegel e Kant se posicionariam caso tivessem que examinar esta situação, ou seja, para estes filósofos, há ou não a escusabilidade da conduta atribuída a esta mulher, mãe de cinco filhos, considerando se tratar de furto famélico? A título de resultados, verificamos que os posicionamentos destes filósofos vão a direções opostas, sendo que para Hegel, por se tratar de uma exceção e que a lei é relativa frente à Justiça, é possível justificar a ação injusta na presença do “direito de emergência” (Notrecht), isto a fim de se evitar uma injustiça ainda maior, enquanto que para Kant “reconhecer a validade universal da lei moral e abrir uma exceção a seu favor é incorrer numa contradição”, logo, para ele deve prevalecer o formalismo da sua moral, sem exceções.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8342 Hegel e sua influência no Século XX: Alguns destaques 2022-06-29T11:38:58-03:00 Francisco Antonio de Vasconcelos franciscoantonio@ccm.uespi.br <p>O presente trabalho tem por objetivo principal refletir sobre a influência exercida por Hegel ao longo do século passado, por conta disso direcionamos o nosso olhar para três experiências relativas à recepção desse filósofo: a italiana (ali, o pensamento de Hegel não se limitou a permanecer nos muros das universidades, mas estabeleceu relações profundas com a história), a francesa (a recepção da filosofia hegeliana em solo francês demorou a ocorrer, merecem menção &nbsp;o curso de Kojève e a tradução da <em>Fenomenologia</em> feita por Hyppolite) e a brasileira (destacamos duas abordagens, isto é, a crítica elaborada pelo marxismo ao pensamento do autor e outra, que poderíamos chamar de “teológica”). Nesse sentido, o escrito aponta para as contribuições dadas por algumas figuras: Benedetto Croce, Giovanni Gentile e Antonio Gramsci; Alexandre Kojève, Jean Hyppolite, Alexandre Koyré e Jean Wahl; Lima Vaz e Paulo de Meneses. A importância desse filósofo alemão para o pensamento ocidental elaborado no século XX é altamente relevante.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8585 Filosofia e Tecnologia em Gabriel Marcel 2022-08-08T22:13:26-03:00 Victor Xavier victorfabiam17@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo fundamenta a relação entre filosofia e tecnologia refletida por Gabriel Marcel. No mundo de hoje não há como negar o papel imprescindível da tecnologia na vida humana. No entanto, também é perceptível o quanto a própria tecnologia tem destruído muitas pessoas. Sendo assim, Gabriel Marcel foi um filósofo francês do século passado que viu o início da tecnologia chegando nos lares, refletiu bastante sobre esse tema e deixou luz para a sociedade saber colocar a tecnologia no seu lugar. O papel do filósofo, nesse sentido, é de suma importância para não deixar que o ser se perca.</span></p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8582 Considerações Precípuas em Torno do Pensamento Ético Moderno de Max Weber 2022-08-08T15:53:02-03:00 Rosa Alfredo Mechiço rosamechico@gmail.com Rosa Nyankwave Khosa nyankwave@gmail.com Arlindo Matavele arlindoalbertomatavele3@gmail.com <p>O presente artigo delineia alguns marcos teórico-práticos incontestes no pensamento ético moderno de Weber e toma-os como referências plausíveis e, por conseguinte, arquétipos da Ética por ele proposta. Conjuntamente, demonstra que o campo religioso cristão foi o terreno fértil para o estudo e consequente elaboração da ética weberiana na qual o espírito do capitalismo aparece como o elemento considerável. As diferenças patentes no modo de pensar e nas atitudes que, sem dúvidas, redundaram em enorme discrepância social, política e económica entre o norte e o sul da Alemanha da sua época constituem o lastro histórico e o leitmotiv por onde ergueu-se a reflexão ética de Weber.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8685 Crueldade, soberania e direitos humanos em Jacques Derrida 2022-08-31T13:52:17-03:00 Martha Luiza Macedo Costa Bernardo martha.luiza2017@outlook.com <p>Nosso intuito é o de entrecruzar duas correlações, fundadas no debate sobre o que é o homem (seu próprio, seu conceito) em Derrida: 1) a correlação entre o inumano e a reflexão que Derrida propõe sobre a psicanálise; 2) a questão dos direitos humanos (supra-nacional) e a soberania dos Estados-nação. Esse pensamento ético-político exige a desconstrução do conceito de soberania e uma travessia do pensamento da crueldade. Nossa questão será a de transpor uma aporia: como a crueldade e a soberania – que escapam à ética – podem ser pensadas de um ponto de vista ético, abrindo-se à perspectiva dos direitos humanos?</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8634 As Utopias do Neoliberalismo uma leitura crítica a partir de José Castiano 2022-08-20T09:11:17-03:00 Florência Celeste Jonasse florenciajonasse@gmail.com <p>A partir deste artigo, resultado de uma pesquisa bibliográfica, pretende-se defender a tese segundo a qual só com uma sociedade fundada na filosofia e no conhecimento neoliberal é que se pode implantar e enraizar a liberdade não só política, mas também, social, civil e sobretudo económica. Esta é a razão pela qual o artigo é intitulado <em>As Utopias do Neoliberalismo: uma leitura crítica a partir de José P. Castiano</em><strong>. </strong>A investigação parte do pressuposto de que ao longo da história da humanidade, o homem sempre almejou viver numa sociedade isenta de conflitos, livre de perturbações de ordem política, económica e social, isto é, o homem almejou constantemente viver numa autentica liberdade e numa sociedade bem organizada, reflecte-se em torno da liberdade e sobretudo da liberdade económica (neoliberalismo) por assistir às diversas manifestações a nível mundial e nacional de vozes que clamam pela paz, liberdade e igualdade. Na perspectiva da ausência da liberdade física, psicológica e sobretudo económica no mundo e Moçambique em particular julga-se que a visão crítica Neoliberalista de José Castiano contribuirá nessa busca da segurança, tranquilidade e desenvolvimento sociopolítico e, acima de tudo, o bem-estar económico. No entanto, propõe-se com a visão crítico neoliberal de Castiano a interculturalidade e a desubjectivação como alternativas para a saída do problema imanados pelo paradigma neoliberal vigente na época.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8097 Considerações Sobre a Indução em Hume 2022-04-29T15:13:28-03:00 Marcelo de Sousa Ferreira Alves filosofomarcelo@yahoo.com.br <p>O presente artigo tem como escopo levantar algumas questões sobre o problema da indução em Hume. Hume realmente nos legou tal problema? Partindo da interpretação de alguns pensadores que defendem essa tese, isto é, que Hume teria nos legado o problema da indução, o texto propõe confrontá-la a luz da própria filosofia humeana. Longe que esgotar o tema, o texto abre um horizonte para pensar um Hume diferente da tradição.</p> 2022-09-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/8577 Flashbacks de um Canabista 2022-08-06T10:31:37-03:00 Jan Clefferson Costa de Freitas jan.freitas.095@ufrn.edu.br <p>O presente artigo ensaístico concerne ao meu trabalho final do VII Curso de <em>Cannabis</em> Medicinal da UNIFESP. Idealizo aqui apresentar, de uma forma multilateral e por meio de recortes autobiográficos, as minhas reflexões sobre os usos da <em>Cannabis</em>. A abordagem da questão é panorâmica, com ênfase nas dimensões artísticas, científicas, filosóficas e místicas de uso da planta. Quando falamos em <em>Cannabis</em> Medicinal estamos a falar também do cuidado de si, do direito ao prazer e da saúde holística, assuntos que têm pertinência no campo da filosofia. Em síntese, a proposta é contemplar a relação entre pensamento, vida e natureza a partir da experiência fenomenológica com a <em>Cannabis</em>.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 cc-by