https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/issue/feed Polymatheia - Revista de Filosofia 2021-07-26T16:45:15-03:00 Gustavo Costa revista.polymatheia@uece.br Open Journal Systems <p>A revista de Filosofia <strong>Polymatheia</strong> foi criada em 2007 segundo a iniciativa de alunos e professores do <strong>Curso de Mestrado Acadêmico em Filosofia - CMAF da Universidade Estadual do Ceará - UECE</strong> com o intuito de fomentar a pesquisa e a publicação de alunos recém-ingressos nos programas de pós, bem como de professores no que diz respeito ao âmbito no pensamento filosófico. Desde sua criação, os editores da revista vêm se empenhando para trazer aos leitores, semestralmente, novas edições com artigos inéditos de pesquisadores de todo o Brasil. Oferecendo assim a divulgação da pesquisa de autores que submetem seus artigos para avaliação da revista.</p> <p><strong>ISSN: 1984-9575</strong></p> <p><strong>&nbsp;Qualis B4</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6563 O ARQUÉTIPO DA SOLIDÃO NAS RELIGIÕES: 2021-07-26T14:50:35-03:00 Bárbara Raffaelle Carvalho Santos barb.dharma@gmail.com <p>Este trabalho pretende apresentar através do método comparativo um arquétipo presente em diversas religiões, um ponto de encontro das diversidades. Um arquétipo consiste nas impressões sobre determinados símbolos de modo coletivo. Mostraremos aqui, que a solidão se apresenta como símbolo de destaque nas significações religiosas. Além disso, faremos uma relação entre o sagrado e o profano destacando figuras apartadas da religiosidade que apreciam e aconselham a solidão para o desenvolvimento humano. Filosofia, literatura e história estão repletas de solitários e solitárias que se destacam e são fatores de reflexão. Para o embasamento teórico utilizaremos autores como Nietzsche, Jung e Mircea Eliade.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6564 ΦΑΊΝΟΜΑΙ: 2021-07-26T15:14:43-03:00 Rebecca Reseck reseckrebecca@gmail.com <p>Foi uma nota de rodapé de Paulo César de Sousa para a versão brasileira de Além de Bem e Mal2 que deu ensejo ao presente texto. Ali, na nota 73, o tradutor chama a atenção para uma abertura do vernáculo alemão correspondente à Φαίνομαι (Faínomai): Erscheinunge Schein, bem como da decisão pronunciada de Nietzsche pela segunda. Estes são dois termos caros para uma assimilação do debate entre Nietzsche e Heidegger, capazes de fornecer novas perspectivas para revisitar essa antiga relação entre os filósofos. E isso por meio da consideração do conjunto de questões compartilhadas por ambos no que tange à tentativa de lançar novas superfícies e ecos, afim de explorar as possibilidades de refinamento da sensibilidade filosófica, isto é, por uma certa revitalização do questionar. Por limitações de tempo, e pessoais, dei prerrogativa, enquanto fio condutor, a um certo momento do pensamento de Nietzsche, mas, no que me foi possível, tentei deixar em aberto o texto, para que esse mesmo exercício possa ser possível tanto para Heidegger, quanto para “outros momentos” de Nietzsche.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6565 A EXPERIÊNCIA DO SUBLIME NA CRÍTICA DA FACULDADE DO JUÍZO DE KANT 2021-07-26T15:21:06-03:00 Bruno Abilio Galvão brunoabiliogalvao@hotmail.com <p>Para Kant, conhecimento é a submissão do sensível às faculdades transcendentais do sujeito, de acordo com a relação entre elas, teremos diferentes tipos de juízos. Quanto a juízos estéticos, se dividem em belo e sublime, assim, nosso foco analítico será a Crítica da faculdade do juízo. O sublime, objeto de nossa investigação, decorre da harmonia entre imaginação e razão. A imaginação é forçada pela razão a apresentar o suprassensível ao experimentar a “natureza selvagem”, manifestada como absolutamente grande (matemático-sublime) e como poder de sobreposição ao sujeito (dinâmico-sublime). Vivencia-se um prazer negativo, havendo medo seguido pela complacência de resistir à natureza.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6566 A MÚSICA COMO MERCADORIA: 2021-07-26T15:25:20-03:00 Ivânio Lopes de Azevedo Júnior Lopes de Azevedo Júnior ivanio.azevedo@ufca.edu.br <p>O presente artigo consiste em uma interpretação crítica da experiência com a música. O termo “crítica” é entendido aqui na esteira da tradição materialista-dialética que, desde de Karl Marx, e passando pela Escola de Frankfurt, vem aprofundando a compreensão da arte como fenômeno social cujas determinações econômicas são profundas. A partir de duas teses de Theodor Adorno e de um estudo, com forte viés benjaminiano, do antropólogo José Jorge de Carvalho sobre a sensibilidade musical, a proposta é mostrar em que sentido a música pode ser entendida como mercadoria e quais as implicações deste fato para a percepção auditiva.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6567 ACERCA DA VERDADE: 2021-07-26T15:31:11-03:00 Francisco de Assis Silva Neto tendnietzsche@ufpi.edu.br <p>Nosso intuito conceitual nessa proposta de ensaio científico, se dará a partir das perspectivas de dois filósofos distintos, a saber, Friedrich Nietzsche (1844-1900) e Richard Rorty (1931-2007) acerca da crítica ao tema da verdade. Possuindo como horizonte compreensivo a desconstrução da ideia de verdade que foi proposta pelo filósofo alemão. Tanto quanto, a que foi posteriormente desenvolvida pelo filósofo americano, possuindo, naquele momento, outro pano de fundo, a saber, as ideias provenientes do pragmatismo. Nossa estrutura conceitual se dará em dois momentos, primeiramente trataremos da crítica nietzschiana. Feito isso, pretendemos expor de que modo Rorty também nega se debruçar sobre a ideia de verdades metafísicas ou substratos ontoteológicos, para pensar uma filosofia capaz de mudanças sociais significativas, deslocando a filosofia para pensar as contingências.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6568 BIOPOLÍTICA: 2021-07-26T15:35:43-03:00 Dilson Brito da Rocha teste242@uece.br <p>O presente estudo tem como objetivo examinar o modus operandi com o qual o filósofo italiano Giorgio Agamben (1942) rastreia a biopolítica, aprofundando questões que giram em torno do estado de exceção e da economia trinitária. Ele se vale de alguns conceitos, tais quais, homo sacer, soberano, vida nua etc., a fim de defender a ideia de que a política desde tempos mais remotos é biopolítica. A “vida nua”, sua tese crucial, é a situação na qual todos estão expostos. Ocorre que, ao estabelecer uma relação entre zoé e bios, termos dantes presentes em Aristóteles, assere que a vida do homem foi aniquilada, reduzida à condição de homo sacer. Este homem sequer pode ser sacrificado, nem tampouco pode recair sobre aquele que o mata alguma pena, tendo, por conseguinte, uma vida matável e insacrificável. À vista disso, a inferência a que chegamos, em consonância com o filósofo, é de que o estado de exceção está em vigor, em razão de que, exempli gratia, por meio da biopolítica, os seres humanos foram limitados a meros corpos biológicos ou, se quisermos, a bios foi transformada, por meio de dispositivos, em zoé.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6569 RACIONALIDADE CIENTÍFICA, RACIONALIDADE POLÍTICA E O PROBLEMA DA TRADIÇÃO: 2021-07-26T15:39:59-03:00 Daniel Mota Vieira dmv95.ufrrj@gmail.com <p>Este artigo aspira a uma breve análise do problema da tradição na filosofia de Karl Popper (1902-1994). Popper distingue o modo antirracionalista de lidar com tradição, que dá esta como impassível de racionalização; e o racionalista, hostil quanto ao tradicionalismo. Popper diz que antes de criticar uma tradição, devemos compreendê-la. Contrapondo os primitivos aos filósofos gregos, alega Popper que esses últimos inauguraram a tradição crítico-científica ao procurarem mitos de maior capacidade explicativa. Considerando as tradições como intermediárias entre as instituições e os anseios dos indivíduos, concluímos ressaltando a relevância delas para a sustentação das instituições democráticas.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6571 DO PATHOS TRÁGICO A POSSIBLIDADE DE AKRASIA EM PLATÃO 2021-07-26T15:44:49-03:00 Glaucer Ferreira Silva ferreiraglaucer@gmail.com <p>O presente estudo tem por objetivo analisar as disparidades existentes entre dois momentos fundamentais quanto à constituição da polis grega, a saber, o trágico e o ligado ao logos e à racionalidade, denominado período socrático/platônico. Primeiramente, lançaremos nosso olhar sobre o chamado período trágico da cultura helênica, buscando contemplar o homem enredado pelo pathos trágico e sua consequente idiossincrasia. Ainda no século V a.C. contemplaremos este que representa um dos principais pilares de sustentação da filosofia do período antropológico do pensamento grego: Platão. Contudo nos deteremos a alguns aspectos do socratismo tendo como ideia disparadora a possibilidade da akrasia.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6572 ENTRE PEIRCE E ROCHAT: 2021-07-26T15:48:59-03:00 Danrlei Lopes Souza danrleisouza@mail.ufsm.br <p>Em que etapa do desenvolvimento o ser humano passa a ser consciente de si mesmo? Tal autoconsciência exige uma mediação simbólica? Neste artigo, analisamos o problema da autoconsciência infantil à luz das contribuições de Peirce e Rochat sobre o tema. Fazemos uma reconstrução das ideias de Peirce, tratando do problema das cognições discursivas e intuitivas. Colocamos, então, a tese de que não há autoconsciência nas crianças de pouca idade frente às pesquisas desenvolvimentais de Rochat, que sugerem que existem níveis de estados mentais e de autoconhecimento que atravessam níveis discursivos e não-discursivos da experiência, exigindo uma revisão da tese de Peirce. Ao final, exibimos o caráter intersubjetivo ou social da autoconsciência, que acontece constitutivamente com “outros em mente”.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6573 SOBRE A LITERATURA COMO MEIO PARA A FILOSOFIA MORAL FORA DE UM ÂMBITO ARGUMENTATIVO 2021-07-26T16:05:19-03:00 Félix Flores Pinheiro feliks.sm@gmail.com <p>A história da filosofia moral é marcada por discussões acerca da própria disciplina, sobre a natureza das suas investigações. Mais do que um problema de demarcação disciplinar, os métodos de investigação empregados e os propósitos dos mesmos estão em alvo. A argumentação e a análise argumentativa podem ser ferramentas heurísticas, podem ser métodos (justificadores) e podem ser sistemas comunicativos. Em cada uma dessas funções, contudo, elas encontrarão certos limites em função de certos propósitos. Na história da filosofia moral, a análise argumentativa enquanto método é um dos principais legados da tradição moderna, o qual atribui certa primazia à deliberação argumentativa sobre escolhas e ações nas investigações da área. O questionamento dos seus limites e da sua suficiência frente aos diferentes propósitos legítimos da filosofia moral consiste em um ataque a esse legado, o qual reivindica um âmbito relevante de ação e reflexão que esteja para além do mesmo: um campo em que as questões morais possam ser adequadamente tratadas, mas não através de argumentos e da sua análise. Nesse panorama, o presente trabalho questiona o que poderia ser uma maneira de proceder nesse campo não argumentativo, a sua importância e as suas funções, sugerindo a literatura como um dentre outros meios disponíveis.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6574 IMMANUEL KANT: 2021-07-26T16:09:32-03:00 Daniel Artur Emidio Branco darturemidio-26@hotmail.com <p>O presente artigo tem a finalidade de investigar criticamente o pensamento de Immanuel Kant. Para tanto, serão elencadas três seções. A primeira seção fará uma abordagem geral do pensamento kantiano. A segunda seção estudará o conceito de kantiano de juízo analítico e sintético. Já a terceira e última seção apresentará objeções ao sistema kantiano de alguns dos seus críticos.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6575 PARRHESÍA: 2021-07-26T16:13:46-03:00 Miriam Barreto de Almeida Passos mirapassos@hotmail.com <p>Este artigo reflete sobre o tema da prática cotidiana do dizer a verdade sobre si, tendo como base o trabalho de Paul Michel Foucault e Zygmunt Bauman. A análise trata sobre a parrhesía em um movimento histórico à complexidade (século XXI), constituindo-se como imprescindível essa premissa. A ideia abordada tem como problemática o dizer de cada um a partir das tecnologias. Embora a parrhesía seja um tema do passado histórico filosófico, contemplando o privilégio do cidadão bem-nascido, aparecendo pela primeira vez em Eurípedes (484-407 a.C.), mostra-se como um vocábulo a ser pensado na contemporaneidade por presumir a veridicção (em que toda forma de vida é constituída por verdades e práticas), “o falante torna manifestamente claro e óbvio que o que ele diz é a sua própria opinião”, marcando no passado um sobrevoo para a construção do sujeito contemporâneo, “[...]um sobrevoo muito esquemático sob a forma de um movimento que arranca o sujeito de seu status e de sua condição” passada para a atual. Neste sentido, a parrhesía é o foco de apreciação e ponderações.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6576 JUSTIÇA E AGÊNCIA EM RAWLS E HONNETH 2021-07-26T16:17:23-03:00 Jaison Matias Partchel jaisonmop@edu.unisinos.br <p>O objetivo deste texto é fazer uma comparação entre as visões de justiça de Axel Hooneth e John Rawls, precisamente considerando o que cada autor entende como o papel das liberdades individuais dentro de um arranjo social contemporâneo. Pretendo argumentar que as críticas de Honneth ao modelo liberal, representado primariamente por Rawls, são insuficientes para rejeitar completamente a visão de justiça como equidade. Concluo que as objeções de Honneth podem funcionar caso combinadas com as posições de Nussbaum sobre amizade cívica, com a de Rawls, sobre estabilidade institucional e com a do próprio Honneth a respeito do estatuto ético do espaço público.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6577 A EUDEMONOLOGIA DE SCHOPENHAUER E SUA RELAÇÃO COM O ESTOICISMO 2021-07-26T16:20:32-03:00 Vilmar Prata Correia vilmarlabedisco@gmail.com <p>Tenho como objetivo neste trabalho apresentar brevemente alguns pontos relevantes na relação de Schopenhauer com o estoicismo. Identificarei questões levantadas pelo filósofo dentro dos postulados estoicos, principalmente no que se refere à eudemonologia, conceito de felicidade que permeia toda sua leitura sobre o pensamento estoico. Para tanto, me aterei ao que denominarei, neste texto, de controvérsias apontadas pelo filósofo alemão na filosofia estoica. Apontarei também as sugestões de Schopenhauer de realinhamento para uma possível releitura das propostas presentes no estoicismo. Em resumo, minha problematização é o conceito de felicidade no estoicismo e no pensamento schopenhaueriano, que tem sido, aliás, a problemática de toda filosofia desde a Grécia antiga até nossos dias.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6578 CONTRIBUIÇÃO PARA UMA TEORIA MARXISTA DA RELIGIÃO: 2021-07-26T16:24:39-03:00 Bruno Reikdal Lima bruno@reikdal.net <p>No presente artigo, discutiremos a crítica da religião em Marx. Apesar de ser objeto em obras de intelectuais como Engels, Luxemburgo e Bloch, o tema da religião não é visto como questão relevante na tradição marxista. Por meio de revisão bibliográfica, portanto, buscaremos contribuir com a teoria marxista tendo como hipótese que a análise da estrutura da crítica da religião possibilita um trato mais sofisticado com tema. Argumentaremos em três etapas: 1. retomando o conteúdo da crítica da religião trabalhado por Marx em 1844; 2. explicitando o critério da crítica; e 3. discutindo a estrutura teórica que permanece em obras maduras.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6579 UMA REFLEXÃO SOBRE A BIOPOLÍTICA NO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT 2021-07-26T16:28:24-03:00 Roberto Freitas dos Santos robertofreitas@live.com <p>O presente trabalho tem como objetivo estudar acerca das opiniões de Hannah Arendt sobre os campos de concentração como lugar do aniquilamento do humano, visando refletir sobre a possibilidade de encontrarmos traços de uma biopolítica nos registros da pensadora judia alemã. Neste intuito, trataremos sobre a valorização da vida do homem enquanto ser livre. A exposição estabelecida pela escritora nos favorecerá pensar como que o mundo contemporâneo vem cada dia mais sendo palco de experiências de extermínio, instaurando assim um clima de hierarquização entre umas vidas que valem mais que outras, esvaziando-se da liberdade enquanto valor para exaltação da pessoa humana.</p> 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6582 APRESENTAÇÃO 2021-07-26T16:40:47-03:00 Edivaldo Simão de Freitas teste243@uece.br 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6580 ELES NÃO PASSARÃO (Combat, 23 de agosto de 1944) - ALBERT CAMUS 2021-07-26T16:32:40-03:00 Leandson Sampaio edit00@uece.br 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6581 4 FRAGMENTOS DE FRIEDRICH HÖLDERLIN SOBRE A OBRA HOMÉRICA - FRIEDRICH HÖLDERLIN 2021-07-26T16:37:11-03:00 André Felipe Gonçalves Correia felgorreia@hotmail.com 2021-07-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Polymatheia - Revista de Filosofia