https://revistas.uece.br/index.php/redufor/issue/feed Educ. Form. 2026-01-04T00:00:00-03:00 Lia Machado Fiuza Fialho lia.fialho@uece.br Open Journal Systems <p><span style="vertical-align: inherit;">A revista </span><strong><span style="vertical-align: inherit;">Educação &amp; Formação </span></strong><span style="vertical-align: inherit;">é vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Ceará e foi criada em janeiro de 2016, para publicar artigos originais oriundos de resultados de pesquisa acadêmica na área de Educação. Possui a missão de promover o intercâmbio e os debates no campo educacional nacional e internacional na área da <strong>Educação</strong>, com foco no campo de formação de alunos e professores em contextos de educação formal. O público-alvo a que se destina a Revista Educação &amp; Formação são pesquisadores da área da educação, professores da educação básica e superior, pós-graduandos e demais profissionais interessados nos referidos temas. </span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;">Qualis Capes 2017-2020: A3 Educação<br />Prefixo DOI: 10.25053<br />e-ISSN: 2448-3583</span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;">Programa de Pós-Graduação em Educação - </span><a href="https://www.uece.br/ppge/"><span style="vertical-align: inherit;">https://www.uece.br/ppge/</span></a></p> https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/15570 Identidade docente na Educação Profissional e Tecnológica: narrativas de si e subjetivações 2025-10-31T11:46:32-03:00 Josias Silvano de Barros josias.barros@ifpb.edu.br Marlécio Maknamara maknamaravilhas@gmail.com <p><strong>Introdução.</strong> Este artigo aciona movimentos de composição identitária docente na Educação Profissional e Tecnológica a partir das narrativas de si. O objetivo é compreender como professores não licenciados subjetivam os sentidos da docência e o trato com as posições identitárias no decurso do magistério na Educação Profissional e Tecnológica, mais especificamente no contexto do Ensino Médio Integrado. <strong>Metodologia.</strong> A pesquisa adota o método (auto)biográfico, ancorado em entrevistas narrativas, e toma as memórias docentes como práticas discursivas subjetivadas, produtoras de sentidos e significados identitários. <strong>Resultados e discussão.</strong> Os resultados indicam que a identidade docente se constitui como devir, articulando ética, afeto e política à prática e à autoformação, revelando deslocamentos que ultrapassam a formação acadêmica. Dessa forma, o eu docente constitui-se no dizer e se ensaia como gesto identitário pela narrativa, enquanto voz que enuncia a docência e anuncia a si mesmo, e posiciona o magistério na Educação Profissional e Tecnológica como um movimento de prática inventiva.</p> 2026-03-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Josias Silvano de Barros, Marlécio Maknamara https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/16612 Afetividade, diálogo e burocracias: o que constitui o trabalho docente segundo professores da educação básica? 2025-11-15T23:54:01-03:00 Lucilene Simone Felippe Oliveira lucilene.felippe@gmail.com Miriane Zanetti Giordan mirianezanetti@gmail.com Aliciene Fusca Machado Cordeiro aliciene_machado@hotmail.com <p><strong>Introdução</strong>. Esta pesquisa analisa elementos do trabalho docente considerados congruentes com sua função e aqueles que são cumpridos de forma burocrática ou rejeitados pelos professores na prática pedagógica. <strong>Metodologia</strong>. Relatórios (2020 e 2023) foram analisados apoiados em uma atividade sobre o que os professores gostam de fazer e fazem; gostam de fazer e não fazem; não gostam de fazer e fazem; e não gostam de fazer e não fazem. <strong>Resultados</strong>. Desenvolveu-se uma análise crítico-reflexiva utilizando elementos da análise de conteúdo e construíram-se três categorias: “Ações pedagógicas dialógicas: a importância da interação com os alunos”; “Afetividade: o olhar sensível para o outro”; “Burocracias: o que compõe o trabalho docente?”. <strong>Discussão</strong>. A intensificação do trabalho tem sido enfrentada pelos docentes, que resistem ao trabalho burocrático, mas permanecem cumprindo com o imperativo ético como constituinte do seu trabalho, apesar das amarras de um sistema que os considera “executores técnicos”.</p> 2026-02-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Lucilene Simone Felippe Oliveira, Miriane Zanetti Giordan, Aliciene Fusca Machado Cordeiro https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/15634 A presença de indígenas na educação superior: ressignificações curriculares 2025-11-22T22:54:16-03:00 José Licinio Backes backes@ucdb.br Ruth Pavan ruth@ucdb.br <p><strong>Introdução</strong>. A pesquisa apoia-se em um conjunto de autores dos campos pós-críticos, pós-coloniais, da decolonialidade e das epistemologias do Sul. Objetiva analisar como a presença de indígenas na educação superior provoca ressignificações curriculares, seja por meio do questionamento dos estereótipos e dos princípios da epistemologia ocidental/colonial, seja pela inclusão de conhecimentos e epistemologias indígenas. <strong>Metodologia</strong>. Trata-se de pesquisa com abordagem qualitativa, de análise compreensiva e interpretativa. Foram feitas 12 entrevistas semiestruturadas com estudantes indígenas de licenciaturas e analisadas três teses e três dissertações realizadas por indígenas em programas de pós-graduação em Educação no período 2020-2024. <strong>Resultados e discussão</strong>. A análise indica que os currículos, embora marcados pela colonialidade, estão sendo modificados, podendo-se concluir que os indígenas têm produzido ressignificações curriculares nos cursos que frequentam.</p> 2026-02-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 José Licinio Backes, Ruth Pavan https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/16642 Política de letramento de pessoas com deficiência visual em Fortaleza e Bissau 2025-11-19T09:09:46-03:00 Laurindo Leite Infau laurindoleite20@gmail.com Karla Angélica Silva do Nascimento karla.angelica@uece.br Aparecida Maria Costa de Albuquerque aparecida.maria@aluno.uece.br <p><strong>Introdução.</strong> O artigo analisa como a política de letramento de pessoas com deficiência visual em Fortaleza pode servir de referência para o fortalecimento de práticas inclusivas em Bissau, com foco no uso de tecnologias digitais assistivas, tendo baseado principalmente nos estudos de Silva (2022), Silva (2023) e Vital (2023), para além dos documentos de Fortaleza e de Bissau. <strong>Metodologia</strong>. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e documental, fundamentada na análise de diretrizes curriculares e legislações educacionais de ambos os contextos. <strong>Resultados</strong>. Em Fortaleza, os Documentos Curriculares Referenciais (DCRFor) evidenciam avanços na consolidação de políticas inclusivas, incluindo recursos digitais acessíveis, formação docente e articulação com instituições especializadas. Já em Bissau, os documentos oficiais demonstram avanços ainda incipientes, com abordagens genéricas e falta de detalhamento sobre estratégias e investimentos. <strong>Discussão</strong>. O estudo aponta que a experiência de Fortaleza pode subsidiar Bissau na formulação de políticas públicas, capacitação de professores e implementação de tecnologias assistivas digitais, favorecendo a equidade no letramento de pessoas com deficiência visual. Conclui-se que a cooperação entre os contextos pode ampliar as práticas inclusivas e fortalecer políticas educacionais.</p> 2026-03-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Laurindo Leite Infau, Karla Angélica Silva do Nascimento, Aparecida Maria Costa de Albuquerque https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/15768 A atuação de gestores no processo de implementação e materialização da BNCC em diferentes estados brasileiros 2025-11-23T10:38:46-03:00 Heloisa Beatriz Silva Dillio heloisasilvadillio@icloud.com Marcos Vinicius Francisco mvfrancisco@uem.br <p>Introdução. Este artigo é decorrente de uma macropesquisa, financiada pela Chamada Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Teve como objetivo analisar a compreensão e a participação dos gestores escolares de dez estados brasileiros no processo de implementação e materialização da Base Nacional Comum Curricular em seus respectivos currículos estaduais e/ou municipais. Metodologia. A partir do método do materialismo histórico-dialético, recorreu-se à pesquisa de campo com aplicação de questionários e análise de depoimentos obtidos a partir de intervenção didático-formativa desenvolvida com 83 gestores escolares de dez estados brasileiros. Resultados. Com relação aos participantes desta pesquisa, 54 (65,06%) não participaram das discussões que levaram à aprovação das versões da Base Nacional Comum Curricular. Por conseguinte, 53 (63,85%) também não atuaram na elaboração dos currículos estaduais ou municipais onde estão inseridos profissionalmente. Discussão. Tais constatações revelam o caráter antidemocrático desse processo e as dificuldades de se desenvolver uma educação escolar alinhada às reais necessidades dos estudantes.</p> 2026-02-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Heloisa Beatriz Silva Dillio, Marcos Vinicius Francisco