https://revistas.uece.br/index.php/redufor/issue/feed Educ. Form. 2021-06-03T10:15:23-03:00 Lia Machado Fiuza Fialho lia.fialho@uece.br Open Journal Systems <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A revista </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Educação &amp; Formação </span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> é vinculada aos Programas de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Ceará. </span><span style="vertical-align: inherit;">Criada em janeiro de 2016, publica artigos originais e inéditos oriundos de resultados de pesquisa acadêmicana área de Educação. </span><span style="vertical-align: inherit;">Objetiva a difusão, o intercâmbio e os debates no campo educacional, prioritariamente, nos temas “Educação” e “Formação de professores” no âmbito nacional e internacional.</span></span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Qualis Capes 2017-2020: B1 Educação</span></span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Prefixo DOI: 10.25023</span></span></p> <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">ISSN: 2448-3583</span></span></p> https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4610 As justificativas de gênero para a transgressão na escola 2021-02-23T08:35:31-03:00 Sophie Duteil Deyries sophieduteil@hotmail.fr <p>Este estudo é parte de uma tese em Ciências da Educação defendida em 2018 na Universidade de Montpellier, França. Numerosos estudos destacam o tratamento diferenciado em ação no espaço escolar quando meninas ou meninos transgridem as regras. Mas será que nos questionamos coletivamente sobre os argumentos apresentados para justificar esses comportamentos, para lhes dar uma explicação? Tanto professores quanto alunos se contentam com justificativas que estão em consonância com as representações sociais. Os meninos transgrediriam por imaturidade, por desejo de "tornar as coisas interessantes" para os colegas, ou por falta de controle sobre suas emoções, tais como a raiva. Por outro lado, e pela mesma transgressão, as entrevistadas explicaram as diferenças de comportamento entre as meninas através de reações defensivas (e não ofensivas), problemas pessoais - aos quais elas seriam submetidas - e uma cruel falta de moderação em suas reações. Os meninos são julgados responsáveis, mas também sujeitos à sua natureza; as meninas são consideradas vítimas de situações de transgressão ao assumirem a responsabilidade por suas ações. Com base em uma amostra de 500 alunos e 29 professores, da Educação Infantil ao Ensino Médio, é através de uma pesquisa parcialmente qualitativa (entrevistas e observações) que proponho interrogar e pensar na transgressão escolar através do prisma de um mecanismo que é mantido continuamente, e que mostra como a transgressão é um índice analítico das relações de gênero na escola.</p> 2021-04-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Sophie Duteil Deyries https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4159 Educação e Empoderamento Feminino: estratégias pedagógicas de grupos de humanização do parto e nascimento em Belém do Pará 2021-02-18T11:53:17-03:00 Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti natibarros1@yahoo.com.br Ana Lídia Nauar nauar_4@hotmail.com Márcia Victoria Carvalho Almeida marcia.historia99@gmail.com <p>Objetivando identificar a forma de organização e atuação dos grupos de humanização do parto e nascimento na região metropolitana de Belém do Pará, o estudo tem como hipótese a predominância de uma pedagogia crítica na maneira de condução de suas atividades. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, com abordagem qualitativa que demonstrou a heterogeneidade desses grupos, destacando que há em comum o protagonismo feminino na difusão, defesa e promoção de outras formas de parir e a crítica à imposição da cesariana. Os grupos estudados e com maior visibilidade foram: Ishtar Belém e Projeto TransformaDor. Eles convergem em relação à metodologia de ação: palestras, rodas de conversas, cine debates, panfletagem e produção de conteúdos digitais em redes sociais, além da atuação em favor do empoderamento feminino na cena do parto. Identificamos, assim, processos educativos não-formais pautados em estratégias da educação popular, valorizando o diálogo e a experiência dessas mulheres.</p> 2021-03-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti, Ana Lídia Nauar, Márcia Victoria Carvalho Almeida https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4448 Educação e desempenho sexual integral: uma abordagem filosófica feminista 2021-03-18T10:36:14-03:00 Elsa Daniela Godoy daniela@calandolapiedra.com <p>Realiza-se uma análise filosófica da performatividade de Judith Butler em relação à Educação Sexual Integral, que nos permite compreender a matriz heterossexista de inteligibilidade implícita nas pedagogias de gênero e sexualidade. No contexto da implementação da Educação Sexual Integral na Argentina, com base em pesquisas sobre suas conquistas e desafios, argumenta-se que esta perspectiva de gênero contribui para a superação de abordagens binárias que estigmatizam a diversidade sexual. Como contribuição interdisciplinar para o campo educacional, a reflexão a partir da performatividade potencializa mudanças nos conteúdos curriculares que os movimentos <em>queer</em> e feministas exigem, bem como deslocamentos libertadores das normas nas práticas escolares.</p> 2021-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Elsa Daniela Godoy https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/5204 Diferença sexual como uma questão de ética: Alteridades da Carne em Irigaray e Merleau-Ponty 2021-03-17T09:47:31-03:00 Judith Butler jpbutler@berkeley.edu <p>O presente artigo realiza um cruzamento entre a abordagem da filósofa&nbsp;feminista Luce Irigaray, fazendo referência principalmente a sua obra <em>An Ethics of Sexual Difference </em>e do filósofo Merleau-Ponty, evidenciando, especialmente, o capítulo “The Intertwining– the Chiasm,” do livro<em> The Visible and the Invisible</em>.&nbsp; A primeira autora citada tem uma espécie de relação de ambivalência e de auto subordinação na forma com que se coloca frente aos textos de filósofos masculinos, atribuindo a eles poder. Incorporando para seu próprio texto a tradição filosófica. Irigaray envolve-se com Merleau-Ponty por um “entrelaçamento”, o que vai caracterizar as relações de carne. Vale salientar que este artigo é unificado pelo propósito da elaboração do que Irigaray chama de relação ética entre os sexos. Para ela tal relação consiste na pergunta “Quem é você?”. O vasto debate envolvendo ética, diferença sexual e alteridades da carne vai sendo tecido sob a análise dos dois grandes filósofos citados.</p> 2021-03-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Judith Butler https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4189 “É proibida a igualdade gênero nesse estabelecimento”: discursos sobre a “Lei da Ideologia de Gênero” em Santa Rita, Patos e Campina Grande – Paraíba (2017-2018) 2021-03-18T10:40:26-03:00 Guilherme de Lima Arruda guipedagogia@hotmail.com Azemar dos Santos Soares Junior azemarsoares@hotmail.com <p>Esse artigo tem por objetivo analisar os discursos dos parlamentares que propuseram a chamada “Lei da Ideologia de Gênero” nos municípios de Santa Rita, Patos e Campina Grande no estado da Paraíba. Essas leis foram propostas e aprovadas a partir do embasamento ideológico cristão, com a finalidade de proibir o debate de gênero nas escolas públicas e privadas dos referidos municípios. Metodologicamente, utilizamos a proposta da análise do discurso a partir de Michel Foucault (2014) que visa perceber a produção discursiva como um exercício de leitura, interpretação e produção de um outro/novo discurso. Para tanto, nos debruçamos sobre as entrevistas feitas com os três parlamentares no sentido de perceber seus interesses e “ideologias” defendidas. Ideologia, gênero e educação são categorias fundamentais para o diálogo teórico nesse texto. Portanto, conclui-se que a chamada “Lei da Ideologia de Gênero” funcionou como um dispositivo proibitivo e punitivo, mas que também gerou resistências.</p> 2021-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Azemar dos Santos Soares Junior, Guilherme de Lima Arruda https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4378 Pedagogias da masculinidade: reflexões acerca de processos de subjetivação de homens professores da EJA 2021-03-18T11:09:06-03:00 Avelino Aldo de Lima Neto ave.neto@hotmail.com Rita de Cássia Ângelo da Silva ritinhaangelo@gmail.com Robério Nunes Maia roberionunespsi@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é compreender, por meio dos discursos de três homens professores da Educação de Jovens e Adultos, os modos como a masculinidade hegemônica atuou em seus processos de subjetivação. Pretende-se revelar a negação da sensibilidade como dimensão essencial da pedagogia da masculinidade, apontar as ambiguidades das experiências corporais no processo de tornar-se homem e, por fim, desvelar os enfrentamentos vividos pelos participantes, relativamente à masculinidade no processo de construção da identidade docente. A pesquisa é qualitativa, com enfoque exploratório. Adotam-se entrevistas semiestruturadas para a construção dos dados. Os resultados apontam para uma tensão constante entre o inatingível ideal da masculinidade hegemônica e a ruptura criativa com esse parâmetro.</p> 2021-03-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Avelino Aldo de Lima Neto, Rita de Cássia Ângelo da Silva, Robério Nunes Maia https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4091 O corpo é voz, mas na educação física não: compreensões sobre corpo na formação docente 2021-01-22T11:59:30-03:00 Daniella Rocha Bittencourt danny-bittencourt@hotmail.com Lucelia de Moraes Braga Bassalo lbassalo@uol.com.br <p>O trânsito de sentidos e significados que emergem dos entendimentos de estudantes de Educação de Física sobre o corpo e, mais especificamente, sobre o corpo no campo de atuação e formação na Educação Física é o que move a tessitura deste artigo. Trata-se de uma investigação qualitativa reconstrutiva que intencionou delinear os significados do corpo e, mais especificamente, sobre o corpo no campo da Educação Física dialogando com a Fenomenologia Social. Para a reunião de dados optou-se pela Entrevista Narrativa e para a análise o Método Documentário. Os sujeitos da pesquisa foram estudantes, de uma universidade pública do município de Belém/Pa. Os resultados denotam uma disputa de concepções sobre o corpo que se delineiam a partir da natureza biológica e de marcadores sociais e culturais indicando fragilidades sobre o objeto de estudo da Educação Física, o corpo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> 2021-03-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Daniella Rocha Bittencourt, Lucelia de Moraes Braga Bassalo https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4115 Da maternidade (re)negada: mães solteiras e mulheres infanticidas no Ceará Oitocentista. 2021-01-20T17:51:23-03:00 Ana Cristina Pereira Lima anacris.historiaufc@gmail.com <p>O artigo busca analisar as experiências de mães solteiras e mulheres infanticidas na segunda metade do século XIX, destacando as formas como foram representadas na imprensa cearense do período. As disputas em torno da formulação de padrões hegemônicos de família nos oitocentos revelaram a multiplicidade de sujeitos e formas de ordenamento familiar, evidenciando histórias de protagonismo feminino na condução de seus fogos e na (re)definição de valores e práticas acerca da maternidade. Nesse sentindo, tanto as formas de nomear, representar e punir os delitos contra a honra e o crime de infanticídio, quanto as maneiras como as mulheres expressaram outros valores e afetos acerca do casamento e dos filhos fazem parte do objeto de estudo aqui apresentado. Para tanto, esta pesquisa utilizou como fontes jornais, documentos oficiais, boletins policiais e textos literários.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-03-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Cristina Pereira Lima https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4625 Igualdade entre meninas e meninos na educação na França: Estereótipos de gênero e programas de educação ocultos. 2021-02-22T09:55:57-03:00 Jacques Gleyse jacques.gleyse@orange.fr <p>O artigo proposto consiste em uma revisão da literatura geral e alguns estudos específicos e originais sobre a questão da igualdade de gênero nas escolas na França. Inicialmente, propõe-se uma delimitação teórica dos conceitos de gênero e sexo, em particular através dos papéis de gênero. Em seguida, após uma análise histórica bastante sintética, mostra como o sistema de coeducação, introduzido em 1976 em todas as escolas francesas, não corresponde em nada à igualdade de oportunidades ou de tratamento de meninas e meninos. Os preconceitos e estereótipos de gênero ainda são muito numerosos nas escolas desse país. De modo resumido, o artigo aponta todas as facetas desses estereótipos em diferentes níveis de escolaridade e na maioria das disciplinas, mas também através de questões como a transgressão das regras escolares e a punição.</p> 2021-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Jacques Gleyse https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4446 Quando a Pedagogia encontra o punhetódromo: masturbação em uma Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador 2021-03-16T13:38:45-03:00 Sandro Costa Correia sandroccba@hotmail.com Leandro Colling leandro.colling@gmail.com <p>O texto analisa como a masturbação, realizada por adolescentes e jovens em situação de privação de liberdade, em uma unidade do sistema socioeducativo de Salvador, se constitui em um importante foco para pensar sobre o controle da segurança coletiva, a reiteração e a subversão das normas de sexualidade dentro dos alojamentos. Por isso, argumentamos que a masturbação pode ser utilizada por uma pedagogia que considere o erotismo como parte fundamental da vida das pessoas, sem negligenciar a existência das práticas sexuais no âmbito da privação de liberdade e como elas podem estabelecer vínculos que ultrapassam o lugar da violência</p> 2021-04-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Sandro Costa Correia, Leandro Colling https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/3434 Prática pedagógica de professoras alfabetizadoras iniciantes: processos de produção e contribuições para a formação 2021-02-25T13:02:13-03:00 Simone Regina Manosso Cartaxo simonemcartaxo@hotmail.com Josemary Scos josyscos@hotmail.com <p>O texto analisa o processo de produção da prática pedagógica das professoras alfabetizadoras iniciantes a fim de contribuir para o seu processo formativo. O referencial teórico está fundamentado na compreensão da teoria como expressão da prática (MARTINS, 1996). A pesquisa é qualitativa e a análise fundamentou-se em Bardin (2011). Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados em 40 escolas de uma Rede Municipal de Ensino e entrevistas semiestruturadas com 17 professoras. Os resultados indicam que a prática pedagógica das professoras se constitui por desafios, por determinantes externos e internos e estratégias produzidas a partir dos problemas originados na prática. O processo formativo dessas professoras requer ampliação dos espaços coletivos de trabalho e compreensão da especificidade da alfabetização.</p> 2021-02-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Simone Regina Manosso Cartaxo, Josemary Scos https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/3908 A contribuição das metodologias ativas para a prática pedagógica dos professores universitários 2021-02-25T13:02:15-03:00 Caroline Elizabel Blaszko carolineblaszko2020@gmail.com Ana Lúcia de Araujo Claro ana.claro13@hotmail.com Nájela Tavares Ujiie najelaujiie@yahoo.com.br <p><span style="vertical-align: inherit;">Este trabalho se origina da pesquisa realizada com professores universitários que fazem parte do grupo de pesquisa que investiga os Paradigmas Educacionais e Formação de Professores, vinculado à Linha de Pesquisa: Teoria e Prática Pedagógica na Formação de Professores em um Programa de Pós-Graduação em Educação de uma universidade de grande porte na cidade de Curitiba, Paraná. Objetivou-se compreender a contribuição das metodologias ativas para a prática docente dos professores universitários. A metodologia utilizada em uma abordagem qualitativa do tipo de estudo de caso, que prima por interpretar, de modo analítico, os dados captados no decurso da pesquisa. A partir das análises dos dados, foi possível verificar que uma proposta das metodologias ativas pode se constituir como uma proposta de ensino numa visão complexa ou holística, que possibilita uma aprendizagem significativa para os alunos, protagonistas da construção do conhecimento de forma autônoma, crítica, reflexiva e participativa.</span></p> 2021-02-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Caroline Elizabel Blaszko, Ana Lúcia de Araujo Claro, Nájela Tavares Ujiie https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/3982 Cenários da produção docente nas licenciaturas: desafios para uma universidade pública no Sul do Brasil 2021-02-25T13:02:16-03:00 Valesca Brasil Irala valescairala@unipampa.edu.br Anderson Luis Jeske Bihain andersonbihain@unipampa.edu.br <p>Este texto objetiva mapear, em uma instituição pública do sul do Brasil, o cenário da produção docente no que tange à escolha dos veículos utilizados para socializar resultados de pesquisa, com ênfase nos professores dos cursos de Licenciatura. Caracteriza-se como um estudo descritivo de dados extraídos da produção declarada por 400 docentes em um período de três anos (2016-2018). Identificaram-se os níveis de ensino predominantemente investigados (principalmente a Educação Básica), área do conhecimento com maior produção (Ciências da Natureza) e enfoques orientativos (Metodologias de Ensino e Formação de Professores – Inicial e Continuada). Também foi constatado que a maioria dos artigos foram publicados em Língua Portuguesa, bem como o padrão quantitativo dominante por docente foi de 1 a 5 produções durante o período trienal analisado. Como prognóstico, indica-se a necessidade de serem pensados mecanismos para a formação continuada dos docentes universitários não apenas no âmbito do ensino, mas também da pesquisa.</p> 2021-02-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Valesca Brasil Irala, Anderson Jeske Bihain https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4194 O perfil docente no ensino superior privado e o desempenho no Enade 2021-03-11T08:13:20-03:00 Alboni Marisa Dudeque Pianovski Vieira alboni@alboni.com Daniel Schneiker danielschneiker@hotmail.com <p>O artigo apresenta um estudo descritivo sobre algumas características da docência no ensino superior, que estão relacionadas ao desempenho no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), dos estudantes de instituições privadas. Utilizando dados do Enade (2016 e 2017) e microdados dos docentes e IES (2016 e 2017) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), verificou-se o impacto de diversas variáveis na média do Enade por instituição. Foi aplicada uma regressão linear múltipla, a partir da qual se encontrou que os fatores positivos mais significantes estão relacionados ao grau de escolaridade da docência. Os resultados indicaram também que o regime de trabalho em tempo integral não foi um fator positivo para o desempenho no Enade.</p> 2021-03-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Alboni Marisa Dudeque Pianovski Vieira, Daniel Schneiker https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/4406 Habilidades socioemocionais: da BNCC às salas de aula 2021-02-15T09:08:06-03:00 Marina Kurotusch Canettieri aniram.kc@gmail.com Jordana de Castro Balduino Paranahyba jordanabalduino@gmail.com Soraya Vieira Santos soraya_vieira@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">O objetivo deste trabalho é identificar as bases epistemológicas e os marcos legais que sustentam a concepção de habilidades socioemocionais na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) destinada ao Ensino Médio. A pesquisa teve caráter documental, e durante sua realização também foram analisados 3 (três) materiais de educação socioemocional de editoras brasileiras a fim de melhor compreender como o conceito trazido pela BNCC pode comparecer nas atividades escolares. Além do conteúdo explícito, também foi considerado o contexto sociopolítico que perpassa as temáticas abordadas por tais materiais. Sabendo que a BNCC busca manter a pluralidade dos currículos e a autonomia das escolas, foram apresentados benefícios e riscos da adoção do conceito aberto sobre habilidades sociais e emocionais, e suas possíveis implicações na formação dos educandos e na atuação do professor. Ademais, o trabalho teve por sustentáculo a visão da psicologia escolar crítica e a experiência de outros pesquisadores da área.</span></p> 2021-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Marina Kurotusch Canettieri, Jordana de Castro Balduino Paranahyba, Soraya Vieira Santos https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/5479 Apresentação, v. 6, n. 2, 2021 2021-05-20T09:34:21-03:00 Karla Angelica Silva do Nascimento revista.redufor@uece.br <p>Apresentação, v. 6, n. 2, 2021</p> 2021-05-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Karla Angelica Silva do Nascimento https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/5512 Apresentação do Dossiê - Educação do corpo e do gênero: histórias, discursos e práticas 2021-06-03T10:15:23-03:00 Avelino Aldo de Lima Neto ave.neto@hotmail.com Azemar dos Santos Soares Junior azemarsoares@hotmail.com Lucélia de Moraes Braga Bassalo lucelia.bassalo@uepa.br 2021-05-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Avelino Aldo de Lima Neto, Azemar dos Santos Soares Junior, Lucélia de Moraes Braga Bassalo