Interseccionalidade nas práticas escolares um diálogo entre Guacira Lopes Louro e Carla Akotirene
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Resumo
O presente artigo objetiva analisar, à luz da interseccionalidade a partir das reflexões de Carla Akotirene (2019) e das contribuições pós-estruturalistas de Guacira Lopes Louro (1997), como os eixos de subordinação, raça, classe, gênero e sexualidade se articulam no ambiente escolar. A pesquisa, de natureza qualitativa e bibliográfica, investiga a reprodução das relações de poder geradoras de desigualdades, bem como seus impactos dentro da escola. As análises evidenciam a escola como espaço reprodutor de divisões, mas também como um ambiente fértil para intervenções que objetivem mitigar os impactos dos múltiplos sistemas de opressão. Ao final do trabalho, concluímos que a perspectiva da interseccionalidade pode ser uma ferramenta importante para (re)pensar um ambiente escolar inclusivo, que incentiva e valoriza o pensamento crítico e emancipatório.
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