Das vassouras aos ramos:

estudo das práticas curativas, e médicas do medievo para modernidade

Autores

  • Maria Deiziane Lino UEVA
  • Tito Barros Leal UEVA

Palavras-chave:

Bruxas, Benzedeiras, Medicina Popular

Resumo

No presente artigo nos propomos a refletir sobre a bruxaria, feitiçaria e medicina popular, bem como a ideia de certa similitude entre as tradicionais benzedeiras e as antigas bruxas medievais. Sabemos que durante muito tempo estas mulheres, a saber, as benzedeiras foram tratadas de maneira marginalizadas com a alegação de que seu conhecimento era informal e, portanto não digno de reconhecimento na sociedade. Porém, se tem nestas mulheres há muito tempo um ponto de refúgio e alívio para várias doenças e enfermidades, ou seja, as benzedeiras sempre tiveram um espaço de ação seja na comunidade em que vive nos bairros ou até mesmo na cidade. Propomos-nos analisar como está ideia da similitude entre benzedeira e bruxa se propaga, de que maneira se fundamentam a existência de tal ligação e quais aspectos permeiam estes dois universos.

Biografia do Autor

Maria Deiziane Lino, UEVA

Graduanda de História da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, Bolsista do programa de Educação Tutorial – História UVA. E-mail: deiziane_maria.lino@hotmail.com

Tito Barros Leal, UEVA

Professor adjunto do curso de História da Universidade Estadual Vale do Acaraú (Sobral-CE) e líder do Grupo de Estudos em Residualidade Antigo-Medieval (GERAM-UVA), inscrito no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq desde 2016. Presidente da ANPUH-Ceará (Biênio 2016-2018) e Vice-Presidente do SINDIUVA (Biênio 2017-2018). E-mail: titobarrosleal78@gmail.com

Publicado

2023-10-01

Edição

Seção

ARTIGOS