v. 28 n. 4 (2018): Edição Especial (V CESMEV)
Resumo Expandido - Artigos Originais

ANÁLISE A RESPEITO DO USO INDISCRIMIDADO DE MEDICAMENTOS SEM A PRESCRIÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO EM AVES DE RAPINA

Cristiane Josino NASCIMENTO
Curso de Medicina Veterinária, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Bruno Martins da Silveira GOMES
Associação Brasileira de Falcoeiros e Preservação de Aves de Rapina, Delegado da Internacional Association for Falconry no Brasil
Dayana Inocêncio da COSTA
Curso de Medicina Veterinária, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Raissa de Sousa LOPES
Curso de Medicina Veterinária, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Publicado 2023-04-20

Palavras-chave

  • automedicação,
  • animais,
  • bem-estar

Como Citar

NASCIMENTO, C. J.; GOMES, B. M. da S.; COSTA, D. I. da; LOPES, R. de S. ANÁLISE A RESPEITO DO USO INDISCRIMIDADO DE MEDICAMENTOS SEM A PRESCRIÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO EM AVES DE RAPINA. Ciência Animal, [S. l.], v. 28, n. 4, p. 14–17, 2023. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/cienciaanimal/article/view/10390. Acesso em: 10 jan. 2026.

Resumo

Uma das maiores barreiras enfrentadas pela medicina veterinária, visando resguardar a saúde de seus pacientes, está relacionada ao uso indiscriminado de medicamentos em animais sem a prescrição feita pelo Médico Veterinário. Essa prática é algo que ocorre comumente e é facilitada pela venda e aquisição indiscriminada de medicamentos veterinários e humanos. A prática da automedicação em aves silvestres traz sérios riscos à saúde desses animais. O presente trabalho durou seis semanas e foi dividido em três etapas. A análise dos dados ocorreu a partir da avaliação dos questionários. Foram aplicados 55 questionários, é importante lembrar que todos os entrevistados eram proprietários de aves de rapina. As regiões brasileiras de maior destaque foram a Região Sudeste, que apresentou prevalência de 66% em relação às demais regiões participantes. Pode-se concluir que a grande maioria dos proprietários de aves de rapina tendem a não procurar ajuda do veterinário ou mesmo quando a ave adoeceu, utilizaram suas aves por conta própria sem considerar que esta prática poderia trazer inúmeras complicações, complicações que não resolve o problema, mas sim agrava-o, pois só o veterinário tem conhecimento para saber qual remédio usar, a quantidade, por quanto tempo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

  1. AQUINO, S. Por que o uso racional de medicamentos deve ser uma prioridade?. Ciência e saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.13, p.733-736, 2008.
  2. ESTRÁZULAS, M. Atendimento clínico veterinário para animais silvestres e exóticos. Salão de Extensão. Porto Alegre, RS. Caderno de resumos, UFRGS/PROREXT, p22-25, 2009.
  3. LEITE, L.C. Prescrição de medicamentos veterinários por leigos: Um problema Ético. Revista Acadêmica, Curitiba, v.4, n.4, p.43-47, 2006.
  4. PAULO, L.G.; ZANINI, A.C. Automedicação no Brasil. Revista Assistência Médica Brasileira, São Paulo, v.34, n.2, p.69-75, 1988.
  5. SILVA, D.T. Terapêutica das Aves Silvestres: Revisão de Literatura. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. Garça- SP, n.10, p.01-02, 2008.